A presidente Dilma Rousseff esteve nesta quinta-feira (5) em Vitória do Xingú, no sudoeste paraense, onde participou da inauguração das primeiras unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu (PA). As unidades entraram em operação comercial em abril, com duas turbinas que produzem juntas 649,9 megawatts.
Quando estiver concluída, em 2019, será a maior usina totalmente nacional e a quarta maior do mundo, com potência instalada de 11,2 mil MW, capaz de gerar energia para atender 60 milhões de pessoas em 17 estados.
Dilma seguiu, na tarde de hoje, para Santarém, no Baixo Amazonas, onde participou da cerimônia de entrega de imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. No município, Dilma ressaltou diversas políticas realizadas durante o mandato dela na Presidência. Foram citados programas como Bolsa Família, ProUni e Fies.
A presidente fez a entrega de 3.081 casas, que totalizaram investimento de R$ 161,9 milhões, de acordo com informações do site UOL. Também foram entregadas residências, simultaneamente, nos municípios de Camaçari (BA), Uberaba (MG), Itapipoca (CE) e Campos dos Goytacazes (RJ).
Segundo o governo federal, o programa Minha Casa Minha Vida já beneficiou mais de 10 milhões de pessoas, com a entrega de 2,63 milhões de moradias em todo o país.
INTERDIÇÃO
Integrantes do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), indígenas e ribeirinhos aproveitaram a visita que a presidente Dilma Rousseff fez a Belo Monte para fechar, na manhã desta quinta-feira (5), a única rodovia que dá acesso à usina.
Por volta das 7h, a BR-230 foi fechada pelo grupo, que colocou fogo em pneus e madeiras. A rodovia, que também liga Altamira a Marabá. Uma grande fila de caminhões e ônibus se formou no local, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
Com o ato, cujo objetivo é impedir que a usina comece a gerar energia, operários que seguiam para os canteiros de obras foram impedidos de chegar ao trabalho.
A via foi liberada ainda na manhã de hoje.
(DOL com informações da Folhapress, da Agência Brasil e do UOL)
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