Médicos vinculados à Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) permanecem em estado de greve desde a noite do último sábado (4), após assembleia geral unificada. A decisão da categoria é em resposta ao descaso do governo do Estado em relação ao projeto de Planos de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), que segundo o Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) se arrasta há mais de 20 anos.
A revolta da categoria é que durante audiência com a Secretária de Estado de Administração (Sead), Alice Viana, foi informada de que não houve tempo hábil para analisar a proposta enviada pelo sindicato no ano passado.
A categoria também teve negada a comissão paritária para construção do PCCR, fato previsto nas diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), constituída pelo Conselho Estadual de Saúde, que de acordo com o sindicato, o estado de recusa a participar.
A insatisfação da categoria é em decorrência da desvalorização profissional, com perdas na GDI e na gratificação de alta complexidade neste ano, além da não reposição da inflação do período na data-base de Abril.
Uma nova reunião entre representantes do sindicato e da Sead está marcada para o dia 30 de agosto.
(Com informações do Sindmepa)
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