Os cerca de 300 policiais militares que faziam a segurança do jogo entre Remo e Fortaleza, na tarde de ontem, reclamaram da qualidade do lanche servido e impediram a abertura dos portões por uma hora, antes da partida. O lanche, composto por um pão recheado com peito de peru, uma água e suco artificial, foi oferecido para cerca de 600 pessoas que trabalham no jogo.
De acordo com o comandante da Polícia, major Luiz Octávio, o aspecto da comida oferecida não agradou aos militares. “A comida estava estragada. Nós mandamos uma amostra para o IML [Instituto Médico Legal] para avaliar as condições de qualidade”, disse. Os representantes do Clube do Remo acionaram um novo fornecedor, em caráter emergencial, segundo o diretor de comunicação do Clube do Remo, Antônio Neto.
PERÍCIA
“Nosso departamento jurídico se uniu ao IML para acompanhar os procedimentos periciais e para ter o laudo técnico também”, afirmou. De acordo com Neto, uma carta de concorrência foi aberta há 15 dias para a escolha de empresa alimentícia para o fornecimento de lanche para este jogo. Seria a primeira ação da mesma.
Bombeiros, seguranças do clube e policiais civis também recebem o alimento. O soldado PM Tadeu Costa explicou que participa constantemente das operações de partidas de futebol e que considera esta situação inusitada: “Geralmente, vem um suco, uma água e um pão com recheio de peito de peru. Tudo com certo padrão de qualidade”.
(Wal Sarges/Diário do Pará)
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