A RBA mais uma vez aposta no diferencial em sua cobertura esportiva e sai na frente: é o único grupo de comunicação do Norte do país a enviar um correspondente credenciado para a cobertura das Olimpíadas do Rio. Caberá ao veterano jornalista Carlos Castilho trazer aos milhares de telespectadores, ouvintes e leitores dos veículos do grupo, uma cobertura diária dos jogos olímpicos.
Camilo Centeno, diretor geral da RBA, lembra que o “Projeto Olimpíada Rio 2016” iniciou ainda em 2014, quando o grupo estruturava as coberturas internacionais, tendo como principal atração a Copa do Mundo, também realizada no Rio. “Através do DIÁRIO, credenciamos o Castilho para fazer esse trabalho de cobertura diária dos jogos olímpicos”, explica.
“Todo noticiário olímpico enviado pelo jornalista do Rio terá enfoque paraense, como na Copa de 2014”. Centeno ressalta que a cobertura mais geral será reproduzida tanto pelos veículos do grupo (rádio, TV e jornal) como nos demais veículos de comunicação do país. “O diferencial é que o Castilho fará reportagens, notas e crônicas com a cara do paraense. Nada melhor que um jornalista daqui para fazer isso até o fim das olimpíadas”.
A primeira coluna de Carlos Castilho, o “DIÁRIO Olímpico”, de página inteira, foi publicada no caderno Bola da última segunda-feira (1º) e teve como foco principal Guilherme Paraense, um conterrâneo que conquistou o ouro olímpico no tiro de pistola rápida e bronze na pistola livre por equipe.
CHAVE DE OURO
Castilho também fará boletins diários para a Rádio Clube e matérias especiais para a RBATV, além de participar das mesas redondas esportivas nos programas de rádio e TV. “O correspondente poderá reportar para cá aquilo que só ele viu no local, que muitas vezes não sai nas agências de notícia”, ressalta Camilo, sobretudo bastidores e notícias envolvendo atletas paraenses, como a jogadora Formiga, que atuou aqui, e o corredor Alan Fonteles, que disputa as paraolimpíadas. Carlos Castilho está no Rio desde o dia 29 de julho e, aos 77 anos - dos quais, 58 dedicados ao jornalismo esportivo -, cobre uma Olimpíada pela primeira vez.
“Já cobri cinco Copas do Mundo, Eliminatórias, Copas América, Libertadores. Só me faltava fazer uma Olimpíada”, conta. “É para coroar esses quase 60 anos de crônica esportiva. Está sendo uma experiência fantástica!”, comemora. Segundo ele, o desafio será ainda maior, já que estará realizando uma “tríplice cobertura” para rádio, TV e jornal. Apesar de alguns percalços, Castilho elogia a organização dos jogos. “Aqui, ninguém mais fala de zika, de dengue ou de insegurança”, diz. Para ele, o Brasil e o Mundo estão totalmente voltados para a Olimpíada 2016 e tudo o que ela vai trazer de bom para o esporte.
(Luiz Flávio/Diário do Pará)
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