Desde a chuva que caiu na quinta-feira (11), em Belém, o cenário da rua Celso Malcher, na Terra Firme, é de muito transtorno. Há uma semana, quem mora ali tem de viver perto da água fétida, que não tem para onde escoar. O local foi batizado pelos moradores como “Piscina do Zé Nada”, numa referência ao prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB).
O desabafo estava em um placa feita por populares. No sábado (13), quando o DIÁRIO esteve na Celso Malcher, a água estava empoçada. Ontem, a situação continuava a mesma.
Moradores tiveram de arregaçar as mangas e abrir um caminho alternativo para a água escoar e, assim, minimizar o transtorno. Aos 79 anos, José Alves e um ajudante quebravam, embaixo do sol, parte do asfalto para fazer uma vala improvisada. Ele mora há 67 anos ali.
“Nós, moradores, é que estamos fazendo. Minha mão está cheia de calo de passar a semana toda fazendo algo que o Zenaldo deveria ter feito para a gente”, disse.

(Foto: Ney Marcondes)
IMPROVISO
Um dos pontos mais críticos fica em frente a uma loja de decoração de festas. Para entrar no estabelecimento, o seu dono improvisou uma ponte. “Nós também tivemos de aumentar o batente para a água não invadir a loja”, disse Alexandre Ferreira.
Há 3 anos, a situação vem se agravando. “Antes chovia e alagava. Agora, não seca mais”, relatou. “Os moradores colocaram, nas frentes das casas, faixas com pedido de socorro e não adiantou”, acrescenou o segurança Ney Serrão.
RESPOSTA
Na manhã de hoje, equipes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) e da Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) deverão ir até a rua Celso Malcher para realizar serviços de abertura, limpeza e desobstrução do canal.
(Emily Beckman / Diário do Pará)
Desde a chuva que caiu
na quinta-feira (11), em Belém,
o cenário da rua Celso
Malcher, na Terra Firme,
é de muito transtorno. Há
uma semana, quem mora
ali tem de viver perto da
água fétida, que não tem
para onde escoar. O local
foi batizado pelos moradores
como “Piscina do Zé
Nada”, numa referência ao
prefeito de Belém, Zenaldo
Coutinho (PSDB).
O desabafo estava em
um placa feita por populares.
No sábado (13), quando
o DIÁRIO esteve na Celso
Malcher, a água estava
empoçada. Ontem, a situação
continuava a mesma.
Moradores tiveram de arregaçar
as mangas e abrir
um caminho alternativo
para a água escoar e, assim,
minimizar o transtorno.
Aos 79 anos, José Alves e
um ajudante quebravam,
embaixo do sol, parte do
asfalto para fazer uma vala
improvisada. Ele mora há
67 anos ali. “Nós, moradores,
é que estamos fazendo.
Minha mão está cheia de
calo de passar a semana
toda fazendo algo que o
Zenaldo deveria ter feito
para a gente”, disse.
IMPROVISO
Um dos pontos mais
críticos fica em frente a
uma loja de decoração de
festas. Para entrar no estabelecimento,
o seu dono
improvisou uma ponte.
“Nós também tivemos de
aumentar o batente para
a água não invadir a loja”,
disse Alexandre Ferreira.
Há 3 anos, a situação
vem se agravando. “Antes
chovia e alagava. Agora,
não seca mais”, relatou.
“Os moradores colocaram,
nas frentes das casas, faixas
com pedido de socorro e
não adiantou”, acrescenou
o segurança Ney Serrão.
Na manhã de hoje, equipes da
Secretaria de Estado de Desenvolvimento
Urbano e
Obras Públicas (Sedop) e da
Secretaria Municipal de
Saneamento (Sesan) deverão
ir até a rua Celso Malcher
para realizar serviços de
abertura, limpeza
e desobstrução do canal.
(Emily Beckman / Diário do Pará)
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