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Paraense precisa de ajuda para seguir tratamento

“Começou com uma dor na perna, depois ele se recusava a sair de casa, começou a dar dores de cabeça, vômito e calombos na cabeça, dores no ouvido, ele estava definhando rapidamente”. O desabafo é da autônoma Danielle Carvalho, tia e madrinha do paraense

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“Começou com uma dor na perna, depois ele se recusava a sair de casa, começou a dar dores de cabeça, vômito e calombos na cabeça, dores no ouvido, ele estava definhando rapidamente”.

O desabafo é da autônoma Danielle Carvalho, tia e madrinha do paraense Pedro Henrique, de 12 anos, que teve a vida mudada drasticamente. Após recorrer a vários médicos e especialistas, o menino foi diagnosticado com uma doença cruel: leucemia mielóide aguda.

“Quando as dores começaram, levamos ele na emergência por várias vezes e os médicos que o atenderam sempre diziam que ele estava com ´dor do crescimento´. As dores continuavam, buscamos vários especialistas que sempre davam diagnósticos diferentes”, explica Danielle.

O desespero e a aflição de Adriane Cecim Vieira e Alex Cecim Vieira, pais de Pedrinho, só aumentavam. Sem um diagnóstico preciso e vendo situação do filho piorar a cada dia, eles decidiram abrir mão de tudo em Belém, onde moram e buscar ajuda em São Paulo, no Instituto de Tratamento do Câncer Infantil (ITACI).

“A pediatra dele nos salvou. Ela pegou as informações de todos os médicos que o levamos, estudou e baseado nisso nos indicou para fazer um exame mais específico, que foi quando descobrimos a leucemia”, conta.

“Só conseguimos descobrir depois de 15 dias fazendo vários exames. Descobrimos e imediatamente saímos de Belém. Pegamos o primeiro voo e fomos para São Paulo em busca de um especialista para confirmar”, relembra.

TRATAMENTO


Para arcar com os custos do tratamento, os pais de Pedrinho têm feito o que podem. Eles já chegaram alugar seu imóvel na capital paraense e vender alguns objetos, mas as despesas só aumentam.

“Nós não temos familiares em São Paulo, estamos contando com a ajuda de amigos, como foi desde o início. Os resultados do Pedrinho estão bons, ele faz exames diários, mas o mínimo que ele tem que passar fazendo o tratamento é de 6 meses. Dependendo do retorno, ele pode passar mais tempo ou não”, explica.

Sensibilizado com o caso, familiares e amigos se uniram em várias campanhas que tem ajudado muito a família de Pedrinho. Uma rifa solidária está sendo vendida no valor de R$ 100.

A boa ação, além de levar alegria e esperança ao paraense, proporcionará aos sortudos prêmios como viagem e motocicletas.

AJUDE!

Para ajudar o Pedrinho, basta entrar em contato com seus familiares através dos telefones (91) 99140-9899 ou (91) 99143-9194 ou (91) 98149-0555.


(DOL)

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