Aos 18 anos, Aliny Santa Rosa descobriu que tinha uma doença degenerativa e rara: dermatopolimiosite. A enfermidade, que enfraquece os músculos do corpo, a colocou numa cadeira de rodas. Mesmo com a deficiência, ela não se acomodou.
Hoje, aos 30 anos, é estudante de pedagogia, dançarina e pratica esgrima. Porém, a universitária se depara todos os dias com uma dificuldade que está além da sua capacidade: a falta de acessibilidade urbana.
“Belém e Região Metropolitana não têm um projeto para quem anda de cadeira de rodas e não enxerga”, criticou.
Confira a matéria completa na edição especial do Diário do Pará deste domingo (28).
(Roberta Paraense/Diário do Pará)
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