Um bom relógio precisa que todas as suas engrenagens estejam no lugar e funcionando para que ele não pare ou atrase. E assim como um relógio, a estrutura do Diário do Pará funciona 24 horas para levar o melhor da informação para o leitor. O trabalho do DIÁRIO começa na redação, logo cedo, com as equipes na rua e a produção em contato com fontes e assessorias. Os repórteres recebem as pautas e vão para “a rua” (como se diz no jargão jornalístico) apurar.
Na volta ao jornal, eles escrevem o conteúdo apurado e enviam aos editores. Estes são responsáveis por adequar o material às páginas, corrigir informações e criar manchetes, infográficos e legendas. Após esse processo, os textos são encaminhados à revisão. Em seguida, os paginadores são responsáveis por deixar a página no formato gráfico adequado e consertar alinhamentos, fotografias e dar uma “cara” mais leve para o produto final. Com as páginas fechadas, o conteúdo é mandado, via computador para o outro lado da cidade, na rua Gaspar Viana, onde funciona a Gráfica do jornal. Ali, o departamento de pré-impressão recebe as páginas e encaminha para a impressão. Já na “chapa”, a edição começa a rodar em papel-jornal.
Confira a matéria completa na edição especial do DIÁRIO deste domingo (28).
(Pryscila Soares)
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