A principal característica do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) é possibilitar que os impostos pagos pelos cidadãos brasileiros possam ser utilizados na redução das desigualdades regionais e retorne como benefícios à sociedade. Todo o resultado do Banco da Amazônia volta como investimento em setores que possibilitam o desenvolvimento econômico e social da região, tais como saúde, educação, infraestrutura e logística, dentre outros.
O Banco incentiva projetos de vários setores e tamanhos, desde a agricultura familiar a grandes iniciativas de infraestrutura regional. Até o final de 2016, o Banco da Amazônia terá investido cerca de R$ 3,3 bilhões na região, através dos recursos do FNO, sendo previsto para 2017 um montante de R$ 4,3 bilhões. Por meio de linhas de financiamento adequadas às necessidades da região, o Banco apoia as oportunidades de negócios a taxas e prazos que possibilitam a implantação e o crescimento das empresas, proporcionando novas oportunidades de emprego e aumento de renda.
Incentivo em tecnologia para o agronegócio
O agronegócio é uma das atividades de grande relevância para o Banco, em função das características da própria Região Norte. “Há uma preocupação muito grande em investirmos em iniciativas que acarretem avanço tecnológico, para que se possa aumentar a produtividade no campo, que é um dos objetivos básicos do FNO”, esclarece Marivaldo Melo, Presidente do Banco da Amazônia.
Com o financiamento, o produtor pode investir em avanços, como o método de recuperação de pastagem, tecnologias agropecuárias, plantio de grãos, com incentivo ao plantio direto, prática que evita a erosão e, ao mesmo tempo, eleva a produção da propriedade.
“Todo investimento é feito sempre tendo como princípio a conservação do meio ambiente com agregação de tecnologia, visando o aumento da produção. Nosso desafio é aumentar a produtividade das áreas e negócios, sem gerar desmatamento. Com essa diretriz, o Banco financia projetos sustentáveis, estimula a inclusão social e promove a redução das desigualdades regionais. Assim, cumprimos nossa missão de promover o desenvolvimento da Região em bases sustentáveis”, explica o Presidente.
CORREDOR NORTE
O investimento do Banco traz retornos visíveis ao Estado do Pará, como o caso do chamado Corredor Norte, que hoje é o principal meio de escoamento da produção, de acordo com o Presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo Melo. “O Banco está presente nos investimentos relacionados aos portos de Miritituba, Barcarena e Santarém, que serão a solução para desafogar o escoamento no Sul e Sudeste”, explica.
Segundo Melo, a aplicação desses recursos permite que a economia circule, mesmo nos momentos de crise. Além disso, faz com que o dinheiro pago em imposto retorne como benefício social à população, seja como crédito aos empreendedores ou em patrocínios em projetos sociais, culturais, esportivos e ambientais, com geração de novos tributos, emprego e renda. “Desse modo, incentivamos o crescimento do Pará e da Amazônia”, ressalta o Presidente.
(Diário do Pará)
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