Mais do que nunca, em tempos de crise, o brasileiro hoje se preocupa em gastar o mínimo possível em determinados serviços. É pesquisa daqui, pesquisa dali, até chegar ao valor mais em conta para se pagar. O que pouca gente sabe é que, procurando direitinho, dá para conseguir algumas coisas a preço de custo ou até mesmo de graça - e, na maioria das vezes, com o aval de grandes instituições, a exemplo principalmente de universidades, faculdades e organizações da sociedade civil, que oferecem atendimentos diversos como forma de retorno à comunidade.
IDONEIDADE
O economista Nélio Bordalo Filho, 55, atesta que gastar menos é sempre bom e, se puder gastar nada, então, melhor ainda. No entanto, é preciso ficar atento à idoneidade do serviço oferecido para não optar por um barato que vai sair caro lá na frente. “Se o serviço é prestado, por exemplo, em uma universidade, por acadêmicos que estão sob supervisão, tudo bem”, orienta o especialistas. “Existem, em Belém, diversas entidades que são reconhecidas pela sua contribuição à sociedade e por oferecerem serviços de qualidade”, garante. “O importante é não ‘desligar’ desse detalhe, para que a economia não gere um problema ainda mais caro para resolver depois”, alerta.

(Carolina Menezes/Diário do Pará)
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