O calendário de 2017, da rede estadual de ensino, foi publicado ontem, no Diário Oficial do Estado. O ano letivo começa com uma das menores taxas de matrículas dos últimos 2 anos na rede pública do Pará. Das 250 mil vagas ofertadas neste ano para novos alunos, apenas 68 mil foram preenchidas. Há, portanto, 182 mil vagas disponíveis para os Ensinos fundamental e médio.
Para a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), ainda não há como atribuir uma justificativa para esta queda. “É preciso esperar até fevereiro para fazer um balanço final sobre essa demanda específica”, explica o secretário adjunto de Ensino da Seduc, José Roberto Silva. De acordo com Silva, 660 mil estudantes se matricularam em 2016, o equivalente a um aumento de 9% em relação ao ano anterior, quando se matricularam 594 mil estudantes.
Os prazos foram orientados, mas é facultado à unidade escolar apresentar outra proposta, considerando suas peculiaridades, que deverá ser analisada e aprovada. As datas-limite para o início do ano letivo foram 16 de janeiro, 13 de fevereiro e 31 de março. No documento, são dispostos três tipos de calendários distintos, levando-se em conta, segundo o secretário José Roberto Silva, o período em que a escola esteve em greve - parcial ou integral - e ainda aquelas que não participaram da greve.
A promessa é que os calendários cumpram a carga horária mínima anual de 800 horas com um mínimo de 200 dias letivos previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
PARA ENTENDER
VAGAS
- Tendo encerrado no último dia 4, o período de confirmação para novos alunos na rede pública estadual, os candidatos ainda possuem uma alternativa de conseguir uma vaga, por meio do telefone: 0800 2800078.
(Wal Sarges/Diário do Pará)
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