Após a confirmação da morte de 1 macaco, em Belém, por febre amarela, a direção do Bosque Rodrigues Alves, no Marco, optou por monitorar a saúde de macacos que vivem no espaço. A veterinária Ellen Eguchi, que atua no Bosque, informou que 5 macacos, do total de 50, passarão por exames, na próxima semana, para avaliar se podem ou não ter a doença. “Dez por cento dos animais serão examinados.” O sangue coletado dos animais será levado para análise do Instituto No Museu Emílio Goeldi estão sendo feitas ações para prevenir a eventual existência de focos do mosquito transmissor da febre amarela. “Temos 5 macacos no Museu. Então, o combate aos focos do mosquito é o mais eficaz no momento”, diz Thatiana Figueiredo, do Ambulatório Veterinário do Parque Zoobotânico. (Diário do Pará) |
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