
O Anuário 2016/2017 virá com informações ainda mais completas. (Foto: Reprodução)
Desde que foi lançado pela primeira vez em 2010, o Anuário do Pará se tornou uma importante referência de consultas e pesquisas em escolas, órgãos púbicos e bibliotecas espalhadas pelo Estado. A publicação vai muito além de um mero guia de informações e se transformou numa espécie de “enciclopédia” que reúne as principais e mais importantes informações dos 144 municípios paraenses.
Poder encontrar tudo num só lugar é o que mais atrai os leitores na publicação. Lúcio Solano, 45 anos, trabalha como analista bancário e é leitor habitual do DIÁRIO. Ele coleciona as edições do Anuário desde a primeira edição. “O anuário compila dados e informações completas sobre o Estado e quando preciso de algo nesse sentido me socorro na publicação. É bem prático”, coloca.
O analista diz que o projeto já virou uma espécie de manual da boa informação. Além dele Sandra Reis, sua esposa, também faz consultas periódicas na publicação. “O DIÁRIO conquistou mais uma vez os leitores lançando e mantendo um produto de qualidade, de grande valor informativo e de responsabilidade social”, confessa.
FERRAMENTA
O aposentado Luiz Sérgio da Gama Seabra, 75, possui desde a primeira edição do Anuário do Pará e diz que a publicação serviu principalmente para auxiliar seus 5 filhos nas tarefas escolares e da faculdade. “Tenho quatro filhas mulheres e um homem e todos usaram o anuário em pesquisas. Foi uma mão na roda e uma ideia maravilhosa do DIÁRIO. Espero que o projeto continue por longo tempo. É uma ferramenta muito importante para nosso Estado”, garante.
PUBLICAÇÃO FOI CITADA EM DIVERSAS PESQUISAS ACADÊMICAS
Com os avanços da tecnologia as informações estão a apenas um clique do smartphone ou do tablet. Mas até a internet tem suas limitações, principalmente quando se trata de informações oficiais. É aí que o anuário entra para auxiliar uma pesquisa, um estudo e uma reportagem jornalística.

A publicação já foi citada em diversas referências bibliográficas de trabalhos acadêmicos na Universidade Federal do Pará (UFPA), na Universidade de Brasília (UNB) e na Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Os títulos dos trabalhos foram os mais diversos, como um trabalho científico de abrangência nacional da UFRGS: “Jovem e Consumo Midiático em Tempos de Convergência”, que analisa a relação da juventude brasileira com as mídias. O trabalho, que trouxe a proposta de comparar nacionalmente a cultura e a semelhança das plataformas utilizadas pelos jovens foi dividido em 27 grupos. Entre eles estava a paraense Fernanda Chocron Miranda, jornalista e doutoranda em Comunicação pela UFRGS. “Tínhamos que pegar dados de uns 10 municípios e da capital e utilizamos o Anuário do Pará 2011-2012”, recorda a pesquisadora.
A pesquisa precisava dispor de números populacionais e de jovens, dados de saneamento, de cultura, entretenimento, do PIB, etc. E tudo foi encontrado no Anuário. “Com o livro nas mãos pude deixar de lado as pesquisas na Internet, onde as informações estão bem desatualizadas e nem tudo o que precisávamos estava disponível nos sites”, relembra.
Na pesquisa a jornalista pôde comparar os números de Breves, Melgaço, Marabá, Belém, Cametá, Santarém e da ilha do Marajó.
LANÇAMENTO
O Anuário será lançado no dia 14, às 19h, no Hotel Atrium Quinta das Pedras, em Belém. A publicação tem patrocínio da Norte Energia, Sebrae, Fiepa e Jari, com apoio do Banco da Amazônia, Vale e Facepa.
(Luiz Flávio/Diário do Pará)
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