O pescado paraense está mais caro em relação ao ano passado. É o que mostra o balanço sobre a trajetória de preço, com base nas pesquisas conjuntas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) e da Secretaria de Economia de Belém (Secon), abrangendo os meses de janeiro e fevereiro de 2017.
A pesquisa foi realizada nos Mercados Municipais de Belém, e mostra que durante que a maioria dos pescados teve alta de preços nos dois primeiros meses de 2017, com destaque para o surubim, com reajuste de 33,33%, seguido da pescada gó, com alta de 32,76% e da arraia, com alta de 31,14%; confira a lista completa com a alta nos preços das espécies de pescado regionais.
Estes aumentos acontecem desde o final do ano passado e a tendência que continuem nos próximos meses. continuaram nos dois primeiros meses. Problemas que envolvem a comercialização do pescado, segundo o Dieese-PA, foram determinantes para a alta. Os dados levantados nesta primeira quinzena de março mostram nova alta de preços.
GOVERNO PROÍBE SAÍDA DE PESCADO DO PARÁ
Tentando garantir o abastecimento regional para tentar travar a alta de preços, pelo 29º ano consecutivo, o Governo do Estado do Pará vai editar decreto proibindo a saída do pescado do território paraense e, do mesmo modo, a Prefeitura Municipal de Belém também proibirá a saída do pescado da capital. O período se estende da próxima segunda-feira (27) até 14 de abril.
(DOL)
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