plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 29°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Protesto do MST termina em sede de Sedap

Ocupação, passeata e debate com representantes do Governo do Estado marcaram, em Belém, a programação Abril Vermelho, da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reivindicam, princip

twitter Google News

Ocupação, passeata e debate com representantes do Governo do Estado marcaram, em Belém, a programação Abril Vermelho, da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reivindicam, principalmente, a democratização do acesso à terra, políticas fundiárias e melhorias nos assentamentos. Os atos também lembraram os 21 anos do massacre de Eldorado dos Carajás, no município do sudeste paraense, onde 21 camponeses morreram, na curva do S, em confronto com a Polícia Militar.

Os integrantes do MST vindos de diversos municípios do Pará estão em Belém desde o último sábado (15), acampados em frente ao Mercado de São Brás, na Praça Floriano Peixoto, promovendo feira de produtos rurais. Ontem de manhã, cerca de 300 pessoas do movimento, entre idosos e crianças, saíram do acampamento, com bandeiras vermelhas e auxílio de um carro-som, em passeata pela avenida Almirante Barroso, até a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), na travessa do Chaco, no bairro do Marco.

No órgão, os trabalhadores participaram de uma reunião com vários representantes do Governo. Em pauta, eles cobraram a pavimentação e a construção de escolas nos assentamentos; a destinação de mais recursos para a assistência técnica; material para o cultivo e mudas de árvores. Antes do debate, os integrantes fizeram apresentações teatrais, cantaram e clamaram por condições dignas de moradia e respeito ao movimento. “Temos diversas reivindicações, mas a principal delas é relembrar o massacre. Até hoje carregamos o sentimento de impunidade”, explica Ulisses Mananças, membro da coordenação nacional do MST.

Mananças lembra que episódio abriu margem para outros conflitos de terra no Estado. No massacre participaram 155 policiais, mas apenas os oficiais Mário Pantoja e José Maria de Oliveira, comandantes da operação, foram condenados a 16 anos prisão. Hoje, há cinco mil famílias assentadas e seis mil acampadas no Pará.

(Roberta Paraense/Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!