O centro comercial de Belém começou a se enfeitar para o período junino. Ainda são poucos os locais com vendas voltadas à época, mas o consumidor que quiser antecipar a compra já consegue encontrar uma variedade de produtos e pode aproveitar o movimento tranquilo para escolher com calma. Os vendedores mantiveram a faixa de preço do ano passado e a expectativa de vendas para este ano varia entre eles.
A rua 7 de Setembro, esquina com João Alfredo, é um dos poucos lugares do comércio já preparados para as festas juninas. A barraca da autônoma Arlete Mendes, 52, é uma delas. Ela se prepara para a quadra junina desde janeiro, quando começa a confeccionar dezenas de roupas e adereços que põe à venda, com preços que variam de R$ 10 a R$ 400. Apesar do leque de opções, neste ano a produção de Arlete foi menor por precaução. “Ano passado, as vendas não foram muito boas, então preferi fazer em menor quantidade, mas espero que neste ano melhore”, declara.
A barraca da Elizabeth Ribeiro, 49, que fica no mesmo perímetro, vende chapéus, tiaras, cestinha de miss caipira e adereços, como enfeites de patchouli. Ela faz tudo a mão, junto às sobrinhas Daniele Almeida, 38, e Crislainy Cruz, 20. O trabalho começou em dezembro e ainda não acabou. Ao contrário de Arlete, Elizabeth acredita que neste ano as vendas serão boas. “Acredito que o segredo para bom rendimento é fazer um preço justo e vender tanto por varejo quanto por atacado”, sugere.
A contadora Cerly Serrão, 35, mora no município de Dom Eliseu, no nordeste do Pará, e aproveitou a viagem a Belém para garantir todo o vestiário para a filha Júlia Serrão, de 4 anos, brincar na festa junina da escola ano que vem. “Está muito bom tanto de variedade quanto de preço e agora é vantajoso de comprar porque está tranquilo”, avalia.
Serviço:
Roupas a caráter (ambos os sexos):R$ 40 a R$ 400.
Tiaras: R$ 10 a R$ 100.
Chapéus caipiras: de R$ 5 a R$ 10.
Adereços: R$ 0,50 a R$ 1 a unidade.
Cestinha caipira: R$ 30.
Onde comprar: barracas da rua 7 de Setembro, esquina com João Alfredo, comércio de Belém.
(Alice Martins/Diário do Pará)
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