Familiares e amigos de Maria Marlene Ferreira Varela, morta com oito facadas no dia 14 de dezembro do ano passado, fazem protesto em frente ao Fórum do município de Benevides e criticam a demora no julgamento do homem suspeito de ter cometido o crime.
Segundo os familiares, a audiência havia sido adiada pela segunda vez, prorrogando ainda mais o julgamento do acusado. No entanto, segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, a audiência foi realizada mas sem a presença do réu, que não foi apresentado pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado Pará (Susipe).
Jonathan Viana de Azevedo foi detido e é o principal suspeito do crime. Ele era vizinho da vítima e, segundo informações dos familiares, teria matado Maria Marlene para roubar uma quantia em dinheiro. Na época do crime, foi levantada a hipótese de que ele teria cometido o homicídio depois que a vítima denunciou Jonathan por atividades ilícitas, como tráfico de entorpecentes.
Segundo o TJPA, a juíza Luciana Maciel Ramos realizou normalmente a segunda audiência de instrução do caso e ouviu cinco testemunhas de acusação. Uma nova audiência foi marcada para o dia 12 de junh. Espera-se que, nesta data, o réu compareça ao Fórum.
Ainda de acordo com a justiça paraense, Jonathan é julgado por latrocínio (roubo seguido de morte).
(DOL)
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