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Férias aquecem as vendas no Centro Comercial

Passadas as festas juninas, o colorido nas vitrines das roupas de quadrilha dão espaço à moda verão. No centro comercial de Belém, a expectativa é que as altas temperaturas de julho aqueçam as vendas. Os mostruários oferecem de tudo para o veranista para

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Passadas as festas juninas, o colorido nas vitrines das roupas de quadrilha dão espaço à moda verão. No centro comercial de Belém, a expectativa é que as altas temperaturas de julho aqueçam as vendas. Os mostruários oferecem de tudo para o veranista para curtir a praia, igarapé e clube. Há biquínis, sungas, boias infláveis, sandálias, isopor, bermudas para todos os gostos e bolsos. Os lojistas estimam que, mesmo diante do corte com as despesas extras, o paraense vá dar um jeitinho para não passar todo o mês em casa.

A dona de casa, Renata Alves, 26, é prova disso. Mesmo com um orçamento apertado, ela e suas duas filhas, de 7 e 9 anos, vão curtir o período de férias no município de Abaetetuba, nordeste paraense. Ontem, no comércio, ela escolheu roupas para fazer bonito no banho de rio. “Vamos comprar coisas novas, mas também, usar o que temos em casa”, explica. Porém, a prioridade foi comprar a mala, que não poderia passar dos R$ 200. O planejamento de Renata, com os acessórios e artigos de banho, é de gastar R$ 500. “Economizamos para não ficar em casa, e investimos no lazer”, lembra.

BARATO

Augusto Levy é gerente de uma loja popular em frente à Praça do Relógio. Ele acredita que em relação ao ano passado, as vendas aumentem 5%. Para isso, o estabelecimento oferece produtos de praia de R$ 5, como sunga infantil, até R$ 40, como conjuntos de biquíni e saída de praia. “Os produtos baratos, saem mais rápido”, argumenta. No estabelecimento, o cliente vai encontrar toalhas por R$ 8, malas de viagem de R$ 160, boias infláveis de R$ 8, por exemplo.

Levy destaca que, na loja, uma família, com 4 pessoas - casal e duas crianças - gaste R$ 400. “Com R$ 100 por pessoa dá para garantir uns dois kits verão completo”, destaca. Há 6 anos, Maria de Lourdes, 40, é responsável por uma loja de confecções, na rua João Alfredo. Ela reclama da concorrência com as lojas de produtos importados e com os camelôs. “Não está fácil esse ano. Saímos na desvantagem porque pagamos altos impostos, na mercadoria nacional”, observa.

(Roberta Paraense/Diário do Pará)

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