Após quase duas semanas do desaparecimento do corpo de um bebê recém-nascido do necrotério da Fundação Hospital das Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), em Belém, uma reprodução simulada foi realizada na manhã desta sexta-feira (28), no hospital. Segundo a Polícia Civil, o objetivo é confirmar informações já existentes no inquérito, como depoimentos, e diminuir dúvidas que possam surgir durante o processo de simulação.
De acordo com informações do delegado Walter Resende, da Seccional da Pedreira, que preside o inquérito, participaram da reconstituição peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, além de funcionários que estavam no hospital no dia do sumiço do corpo do bebê.
A ação terminou ao fim da manhã e o resultado da perícia deve ser dado em até 20 dias. Segundo o delegado, duas hipóteses que estão descartadas é a do bebê ter sido entregue a outra família ou seu corpo ter sido jogado no lixão do Aurá. A Polícia segue investigando o caso.
Relembre o caso
A criança nasceu dia 24 de junho, no município de Concórdia do Pará, no nordeste paraense, mas, devido complicações, a família, que é de Aurora do Pará, veio para Belém em busca de atendimento médico.
Poucos dias após seu nascimento, o recém-nascido foi internado na Fundação Santa Casa de Misericórdia (FSCM) para tratar um problema no coração. Após apresentar complicações, no dia 1º de julho, o menino foi encaminhado e internado na UTI neonatal da FHCGV.
De acordo com informações repassadas aos familiares, a criança não resistiu à cardiopatia e morreu na madrugada de segunda-feira (17), porém, quando foram buscar o corpo do bebê, descobriram que havia desaparecido.
A polícia chegou a procurar o corpo da criança no antigo lixão do Aurá, em Ananindeua, porém não encontrou.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar