O deputado federal Wladimir Costa (Solidariedade) se posicionou após ser flagrado trocando mensagens com uma mulher, onde pedia para ela 'mostrar a bunda', com a justificativa de que 'não são suas profissões que a destacam como mulher', durante a sessão de quarta-feira (2), na Câmara dos Deputados, que blindou o presidente Michel Temer das investigações de corrupção.
Em entrevista para o jornal O Globo, o parlamentar afirmou que não havia 'nada de erótico' nas mensagens.
"Uma pessoa que eu conheço insistia para eu mostrar a tatuagem, na Câmara, no Senado. Isso é loucura, eu não posso mostrar. Aí citei Fátima Bernardes, Sônia Abrão, que não precisam mostrar a bunda. No contexto, não há nada sentimental, erótico. Foi uma resposta à questão da tatuagem. Não acho que as mensagens foram impróprias", disse o parlamentar.
GALHOFA
As imagens de Wladimir Costa foram registradas pelo fotógrafo Lula Marques e publicadas nas redes sociais.
Primeiramente, o 'federal do povão' chegou a afirmar que as fotos eram 'fake' (o mesmo que falso) e que as mãos dele eram 'mais delicadas'.



(Fotos: Lula Marques/AGPT)
Durante a sessão, o deputado chegou a tumultuar fazendo barulho com dois 'pixulecos' (bonecos do ex-presidente Lula vestido de presidiário), afirmou que Temer possui mais de 80% de aprovação no Pará e, finalmente, recebeu uma bronca após falar na tribuna.
(DOL)
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