plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 26°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Empresário faz sucesso com apoio do Banco da Amazônia

A Palamaz surgiu em 2002 como uma pequena empresa de beneficiamento de açaí, no bairro do Guamá. Natural de Abaetetuba, bancário de profissão e agrônomo de formação, Francisco de Jesus Costa Ferreira, 57 anos, decidiu investir no fruto para ter uma comple

twitter Google News

A Palamaz surgiu em 2002 como uma pequena empresa de beneficiamento de açaí, no bairro do Guamá. Natural de Abaetetuba, bancário de profissão e agrônomo de formação, Francisco de Jesus Costa Ferreira, 57 anos, decidiu investir no fruto para ter uma complementação de renda.

Hoje, possui 3 fábricas de beneficiamento de açaí no Pará e no Amazonas, que empregam 110 pessoas de maneira direta (70 apenas no Pará) e chega a exportar 2 mil toneladas do produto beneficiado, por mês, para vários Estados. O faturamento anual é de cerca de R$ 30 milhões. “Decidi então fazer uma fábrica com o pouco recurso que eu tinha e passei 3 anos construindo”, lembra. “O negócio foi crescendo e, em 2007, comprei uma área de plantação em Curralinho”, conta.

O empresário sempre buscou inovar e investir em qualidade no seu negócio. Hoje suas fábricas são todas automatizadas e, no Pará, têm capacidade de produção de até 100 toneladas de açaí/dia. “Decidi abrir uma fábrica também em Codajás, no Amazonas, para não parar a minha produção, já que quando inicia a entressafra aqui começa a safra lá”, explica. A capacidade instalada da fábrica no Amazonas é de até 30 toneladas de açaí/dia.

Todo o fruto processado nas suas fábricas vem dos municípios de Abaetetuba e Igarapé-Miri, principalmente. Na área adquirida em Curralinho, que possui 900 hectares (500 já estão manejados), espera-se retirar ainda este ano até 600 toneladas do fruto para agregar a sua produção. Hoje a empresa produz açaí congelado, exportado para vários Estados e misturados às mais diversas substâncias, como guaraná, granola, leite, etc. A próxima meta do empresário é investir em maquinário para produzir o chamado “açaí mix”, pronto para consumo. Hoje, praticamente toda a produção da empresa é exportada. Os principais mercados consumidores são os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Brasília e Mato Grosso.

Recursos

O empresário reconhece que sem o financiamento do Banco da Amazônia dificilmente seu negócio iria para frente. “Não tinha dinheiro e sem esse aporte não conseguiria montar a primeira fábrica no Guamá”, garante. O primeiro financiamento foi na ordem de R$ 125 mil. Já para a fábrica de Marituba, bem maior, Francisco conseguiu iniciar com recursos próprios e obteve mais um financiamento de R$ 1,5 milhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

A meta a médio e longo prazo é aumentar ainda mais a produção, investindo na ampliação das fábricas e na armazenagem. “Hoje consigo armazenar 2 mil toneladas de açaí processado e a meta é dobrar essa capacidade após a ampliação ainda em 2017, uma parte financiada pelo Banco da Amazônia”, reitera.


Crédito para todas as etapas de produção

A agroindústria paraense certamente não alcançaria o nível atual sem os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), criado pela Constituição de 1988, que desenvolveu o setor na região, concedendo crédito para todas as etapas de produção, inclusive incentivando a verticalização. Por meio do Fundo, o Banco da Amazônia financia desde insumos para a plantação até a exportação, gerando mais empregos e renda à população.Misael Moreno, gerente de Agronegócio e Pessoas Físicas do Banco da Amazônia, explica que a instituição – única que opera os recursos do FNO em toda a Região Amazônica –, utiliza o crédito de fomento para o dinamismo da economia.

“Isso gera um efeito multiplicador que, ao longo desses anos, vem contribuindo para minimizar a distância que separa a Amazônia das regiões mais desenvolvidasdo país”, cita.O fato é que o FNO é a principal fonte de recursos financeiros estáveis para o crédito de fomento no Norte do País e um dos principais instrumentos econômico-financeiros de execução da Política Nacional de Desenvolvimento Regional.


Quais as vantagens do fno?

Menores taxas do mercado com amplo prazo para pagamento

Isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

Atendimento qualificado por um Gerente de Relacionamento

Agilidade na análise da operação e na concessão do crédito

Bônus de adimplência de 15% sobre os encargos financeiros para os mutuários que pagarem a parcela da dívida, integralmente, até a data do vencimento.


Para entender

Linhas de financiamento

FNO Amazônia Sustentável Não Rural Para a implantação, ampliação, diversificação, modernização, reforma e relocalização de empreendimentos não rurais, localizados na Região Norte

FNO Giro MPE Destinado aos insumos necessários ao desempenho da atividade do beneficiárioAmazônia Cheque Empresaria

Recursos para suprir as necessidades emergenciais dos clientes, dentro do limite concedido

FNO Amazônia Exportação Feito para empreendimentos agroindustriais e industriais voltados à Exportação

PRONAF Agroindústria Para agricultores familiares, empreendimentos familiares rurais e cooperativas constituídas pelos beneficiários do PRONAF.

(Luiz Flávio/Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!