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Programa investe R$ 396 milhões no Pará

Muitas pessoas encontram no empreendedorismo uma alternativa de fonte de renda e ocupação. Ruth Senna, moradora do município de Abaetetuba, foi uma delas. Ela se profissionalizou no ramo de beleza como cabeleireira e profissional de estética. Mas, para in

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Muitas pessoas encontram no empreendedorismo uma alternativa de fonte de renda e ocupação. Ruth Senna, moradora do município de Abaetetuba, foi uma delas. Ela se profissionalizou no ramo de beleza como cabeleireira e profissional de estética. Mas, para iniciar seu próprio negócio, precisou de renda para abrir seu salão.

Então, ela conheceu o programa Amazônia Florescer do Banco da Amazônia em 2011 e, após ser contemplada pelo empréstimo, Ruth terminou de construir sua casa e conseguiu comprar seu primeiro lavatório. O planejamento do salão passou a ser realidade. Ela conseguiu expandir seu projeto e contratou duas ajudantes.

Hoje, a cabeleireira se mantém do lucro do salão. “O financiamento fez minha atividade crescer e melhorei o espaço para atrair clientes e satisfazer minha clientela”, contou.

O Programa de Microcrédito do Banco da Amazônia completa este ano uma década de atuação na região Norte, beneficiando pequenos e microempreendedores, principalmente os informais. A iniciativa já liberou para a região mais de R$ 470 milhões durante este período. Só para o Pará, foram mais de R$ 396 milhões.

Para marcar a data, o banco promoverá um evento no dia 1º de dezembro, no auditório Rio Amazonas, quando serão homenageados clientes casos de sucesso do programa. Hoje, este tipo de financiamento é oferecido pela instituição, por meio de uma rede de 15 unidades de microfinanças, que fazem parte da Associação de Apoio à Economia Popular da Amazônia, Amazoncred.

De acordo com o gerente de Pessoa Física do Banco da Amazônia, Misael Moreno, o Amazônia Florescer promove a inclusão social dos que não têm possibilidade de serem atendidos pelo sistema tradicional de crédito. Antes de receber o financiamento, o empreendedor passa por uma série de orientações para saber fazer seu planejamento financeiro. “Para integrar o programa, a pessoa deve formar um grupo solidário de no mínimo quatro empreendedores. Esse grupo recebe o financiamento que deve ser dividido entre seus membros, com acompanhamento por um agente de microfinanças “in loco” do desenvolvimento individual e o do negócio de cada um que recebe o crédito”, explica.

(Diário do Pará)

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