Com o início de um novo ano, muitas pessoas costumam renovar as promessas pessoais. A consultora organizacional Kátia Magalhães diz que, tal qual em uma empresa, é possível também traçar um planejamento razoável para que se consiga atingir as metas individuais desejadas. E a primeira orientação que ela dá é que se tenha um propósito verdadeiro. “É preciso elencar o que é mais importante para si mesmo. É economizar dinheiro? É perder peso? É trocar de emprego? E assim, com esse objetivo maior sendo traçado, buscar outros menores que possam promover a realização da meta, com passos a cumprir em curto, médio e longo prazo”, orienta. Imediatismo Ela alerta que um grande problema na hora de seguir os caminhos para alcançar os objetivos é o imediatismo e traçar desafios inalcançáveis. “É comum as pessoas fazerem esse balanço, como uma reflexão do que pode melhorar nas suas vidas. Mas, muitas vezes, as pessoas acabam não tirando do papel nem da cabeça. E também, no meio de tantas coisas, não param para pensar o que é prioritário”, aponta. E aí pode começar a famosa procrastinação, ou seja, o hábito de adiar uma determinada tarefa - o que deixa mais longe ainda o objetivo. Entre as demandas para conquistar o que se deseja, Kátia dá outra dica. “Além do compromisso com o que se quer de fato, é preciso olhar para você e onde você está e perguntar-se sobre como anda a sua vida consigo mesmo e com os outros. É importante ter ao lado as pessoas que realmente acreditam em você e estão ao seu lado, pois elas que trarão ânimo aos seus dias e farão o seu caminho mais leve. Comece pensando sobre o que pode melhorar: família, finanças, saúde, o seu lado espiritual”, diz a consultora. O que eles esperam para 2018 - Para o estudante Jefferson Barros, 28 anos, uma grande conquista este ano foi ter concluído a graduação em Administração. Agora, quer seguir estudando em 2018. “Para mim, este ano foi muito bom, pretendo em 2018 estar fazendo pós na área. Quero dar melhores condições de vida para a minha família. Gostaria que a minha carreira melhorasse e também que outras pessoas - A pedagoga Eleonora Miranda, 65, quer mesmo é sair de casa e passar menos tempo dedicada às atividades domésticas. “Quero continuar as minhas atividades físicas na praça e também me dedicar mais ao artesanato, faço coisas manuais. Além disso, quero sair, não ser aquela idosa que passa o dia em casa, quero ter um emprego e, se não conseguir algo remunerado, quero visitar asilos, hospitais. Fazer mais cursos e estudar também, faz bem para o nosso cérebro”, planeja. - Nélia Ferreira, educadora física, 39, quer voltar a morar em Belém, depois de ter se mudado para Brasília por causa do emprego do marido, Érick Rodrigues, 36, eletrotécnico. “Sinto saudade da época do Círio. Então, a nossa grande meta é voltar para cá. Sentimos muita saudade da família. Vamos batalhar para isso”. O marido completa: “A gente gosta do clima de lá, que é mais agradável, mas não tem o açaí, a variedade de peixes, a gastronomia. Queremos voltar e economizar. E, falando em dinheiro, espero que o País melhore bastante.” (Dominik Giusti/Diário do Pará)
conseguissem ingressar no ensino superior”, diz.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar