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Comitê Federal vai fiscalizar vazamento da Hydro no Pará

Criado em 22 de março deste ano pelo Governo Federal e sob a coordenação da Casa Civil da Presidência da República, o comitê de gestão e avaliação de respostas ao vazamento de rejeitos de bauxita vindos da barragem da Hydro, em Barcarena, estará em Belém

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Criado em 22 de março deste ano pelo Governo Federal e sob a coordenação da Casa Civil da Presidência da República, o comitê de gestão e avaliação de respostas ao vazamento de rejeitos de bauxita vindos da barragem da Hydro, em Barcarena, estará em Belém amanhã. O grupo tem a participação do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério da Integração Nacional e do Ministério dos Direitos Humanos, e ficará por 2 dias no Pará.

Os representantes terão um encontro com os pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC), na quinta. Na sexta-feira, eles deverão visitar as instalações da refinaria, além de acompanhar a situação de algumas comunidades afetadas. A criação do grupo ocorreu após um encontro entre o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho e o então ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho.

O comitê terá duração de seis meses e tem como objetivo acompanhar de perto as ações de socorro e assistência, restabelecimento de serviços essenciais afetados na cidade, monitoramento, recuperação e reconstrução dos locais atingidos em Barcarena.

O Evandro Chagas constatou, em seu segundo relatório técnico, que pelo menos nove rios e igarapés do Pará estão com níveis de metais tóxicos acima do permitido, após vazamento em depósito de rejeitos tóxicos de mineradora em Barcarena. O documento foi revelado no fim de março, após uma avaliação sobre denúncia de impactos ambientais e riscos à saúde humana nas atividades de processamento de bauxita da empresa Hydro Alunorte.

O resultado dessa contaminação é água imprópria para consumo humano e pesca em diversas áreas analisadas. As amostras de água foram coletadas entre 25 de fevereiro e 8 de março.

O instituto já monitorava a qualidade da água na região e o aumento do volume de metais tóxicos coincide com o lançamento de rejeitos feito pela Hydro em fevereiro, após fortes chuvas na região. De acordo com o relatório, há níveis consideráveis de arsênio, chumbo, manganês, zinco, mercúrio, prata, cádmio, cromo, níquel, cobalto, urânio, alumínio, ferro e cobre.

(Diário do Pará)

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