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Inspeções e monitoramento mantêm segurança dos depósitos da Alunorte

A Alunorte é a maior refinaria de alumina do mundo fora da China. Parte do produto é exportada e a outra é fornecida para a Albras para a produção de lingotes de alumínio, também em Barcarena. O processo de produção de alumina gera um resíduo que é lavado

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A Alunorte é a maior refinaria de alumina do mundo fora da China. Parte do produto é exportada e a outra é fornecida para a Albras para a produção de lingotes de alumínio, também em Barcarena. O processo de produção de alumina gera um resíduo que é lavado, filtrado e armazenado nos depósitos de resíduos sólidos da refinaria (DRS 1 e 2).

Atualmente, o DRS 1 armazena apenas resíduos que vêm do filtro prensa e conta com sistemas operacionais de segurança, como extravasores, canais de contorno e bacias de clarificação. O monitoramento desse depósito é realizado por inspeções diárias e semanais com revisão das estruturas, além de análise de medidores de nível de água e marcos de superfície.

Já o DRS2 está equipado com medidores de nível de água, piezômetros de Casagrande e Elétricos, inclinômetros, analisador de umidade, controle geométrico e ensaio de hilf (para obtenção de curva de compactação e teor de umidade). As bacias de drenagem e os depósitos são revestidos com geomembrana, que evita contaminações do solo e água subterrânea.

DRS 2, embargado pela justiça, mantém aparato de segurança

Entre os diferentes tipos de inspeção realizados nos depósitos estão as avaliações de rotina, nas quais são checadas as condições das estruturas extravasoras, a integridade da geomembrana, o nível das bacias de clarificação e o funcionamento das estruturas.

Avaliações de segurança têm um escopo maior. Nessas ações, uma equipe de especialistas externos é contratada para fazer uma análise da documentação existente do depósito e realizar cálculos de segurança computacional, além de verificar as condições no local dos depósitos.

As últimas inspeções de segurança foram realizadas em novembro de 2018 (DRS1) e abril de 2018 (DRS2), registrando a estabilidade e a integridade dos depósitos. Um novo estudo está sendo desenvolvido e deve ser concluído ainda neste mês. O DRS 1 iniciou suas operações em 1995, quando a refinaria foi inaugurada. Já o DRS 2, que está embargado pela justiça, teve sua fase de teste e de comissionamento iniciada em agosto de 2016.

Em constante desenvolvimento a fim de garantir a segurança das comunidades, indo muitas vezes além do que a legislação brasileira determina, a Hydro não mede esforços para adotar medidas de conservação e aprimoramento de suas estruturas. É um compromisso que a empresa firmou desde o início de suas operações, buscando no mercado as soluções mais modernas e inovadoras.

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