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Apreensão de cocaína em Mosqueiro foi a maior já registrada no Pará

segunda-feira, 17/02/2020, 10:17 - Atualizado em 17/02/2020, 17:29 - Autor: Com informações da Agência Pará

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Droga foi apreendida na zona rural do distrito de Mosqueiro, na Grande Belém.
Droga foi apreendida na zona rural do distrito de Mosqueiro, na Grande Belém. | Polícia Civil/Divulgação

A apreensão de cocaína em Mosqueiro, distrito de Belém, foi a maior já registrada pela Polícia Civil no Pará. Aproximadamente uma tonelada da droga foi apreendida como resultado da Operação "Narco II". 

Duas pessoas também foram presas. 

A operação foi deflagrada na tarde do último domingo (16), após investigações que começaram em outubro do ano passado. Além da droga, foram apreendidos uma embarcação, um automóvel e vários celulares.

A "Narco II" contou com a atuação de 12 policiais civis, que localizaram a droga escondida em uma chácara na zona rural, comunidade Estrada de Pneu Azul, cerca de 20 km da sede de Mosqueiro.

Polícia apreende cerca de uma tonelada de drogas em Mosqueiro

Para o delegado geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira, a repercussão da operação será significativa para a diminuição do crime na região, já que trata-se de um golpe duríssimo no tráfico de drogas no nosso Estado.

"As repercussões dessa apreensão são sem precedentes, já que sabemos que o tráfico agrega uma série de outros crimes, de homicídio e roubo até delitos menores que o dependente químico comete para manter o vício. Outro ponto muito importante é essa apreensão ocorrer neste período de Carnaval, onde as pessoas tendem a utilizar mais drogas e isso acaba gerando criminalidade", destaca Teixeira.

MARAJÓ

A última vez que a maior quantidade de cocaína apreendida pelo órgão foi em 2017, na região do Marajó, onde 270 kg da droga foram localizados.

Ainda neste mês, no último dia 9, a Polícia Militar apreendeu uma tonelada de maconha no município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, em uma interceptação após informações captadas pelas forças de inteligência do Estado, por meio da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (Siac), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

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