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APERTOU PARA O "APERTA"

Suspeito de matar policial penal em Belém é preso

Os acontecimentos fizeram algumas pessoas suspeitarem de que a morte do policial poderia ter relação com o crime organizado dentro das penitenciárias do Estado.

quarta-feira, 24/03/2021, 19:46 - Atualizado em 24/03/2021, 20:30 - Autor: Redação


Paulinho foi atingido por quatro tiros e morreu na hora.
Paulinho foi atingido por quatro tiros e morreu na hora. | Dinan Laredo/RBATV

A Polícia Civil prendeu, na tarde desta quarta-feira (24), um dos suspeitos de envolvimento na morte do policial Penal Paulo Alves, ocorrida na noite do dia 14 de janeiro, no conjunto Maguari, em Belém.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Cláudio Galeno, a polícia fez um trabalho de dois meses de investigação para chegar a prisão de Jefferson Geovani da Cunha, vulgo “Aperta”. Segundo os agentes, "Aperta" seria o piloto da moto.

O criminoso de 26 anos foi preso dentro de sua casa, na rua do Acre, residencial Chico Mendes, no bairro do Coqueiro. O suspeito não ofereceu resistência e foi conduzido à delegacia.

 

"Aperta" foi preso dentro de casa
"Aperta" foi preso dentro de casa | Reprodução
 


O CRIME

O policial penal Paulo Alves da Rocha, de 33 anos, foi executado em uma alameda do conjunto Maguari, em Belém. Paulinho, como era conhecido na área, estava em frente a um restaurante quando foi atingido por tiros disparados por dois homens que estavam em uma moto.

O servidor estava lotado no Presídio Estadual Metropolitano I, em Marituba, e trabalhava no sistema há um ano e meio. No mesmo período, outros policiais penais sofreram atentados na grande Belém.

Os acontecimentos fizeram algumas pessoas suspeitarem de que a morte do policial poderia ter relação com o crime organizado dentro das penitenciárias do Estado. Mas, isso, só "aperta" pode dizer.

 

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