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BUÁ BUÁ!

Após crimes, “Bebê” esperneia, mas vai para a cadeia 

Quem não chora, não mama e o "Bebê" aprontou tanto que foi em cana!

quinta-feira, 01/07/2021, 12:24 - Atualizado em 01/07/2021, 12:27 - Autor: Com informações de Marcos Onias/RBATV


O mandado de prisão preventiva foi cumprido na Vila Belo Monte do Pontal, às margens do Rio Xingu, na Zona Rural de Anapu
O mandado de prisão preventiva foi cumprido na Vila Belo Monte do Pontal, às margens do Rio Xingu, na Zona Rural de Anapu | Freepik

Quando ouvimos falar em bebê, geralmente nos chegam à memória boas lembranças, associadas às noções de carinho e delicadeza. Em Anapu, no sudoeste do Pará, a palavra, em certos casos, remete a lembranças amargas.

Apontado pela Polícia Civil como autor de diversos crimes violentos na região de Anapu, Nicotencio Freitas Pacheco Filho, conhecido como “Bebê” ou “Pirento”, foi preso nesta quarta-feira (30), em uma operação que reuniu policiais civis e militares, com o apoio da Secretaria de Inteligência e Análise Criminal do Pará (Siac).

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O mandado de prisão preventiva contra Nicotencio foi expedido pela Vara Única de Anajás. Nicotencio Freitas Pacheco Filho estava foragido há aproximadamente três anos, escondido na Vila Belo Monte do Pontal, Porto do Cocaia, às margens do Rio Xingu, na Zona Rural de Anapu, onde foi preso.

 

"Bebê" é apontado como assaltante de embarcações
"Bebê" é apontado como assaltante de embarcações | | PCPA
 

Pesam contra "Bebê" indícios de participação em vários crimes, dentre eles: roubo qualificado, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito. Segundo a Polícia Civil, “Bebê” participou do roubo à embarcação N/M Paulo Santo, de assaltos a várias residências na região, além de uma tentativa de latrocínio, de um estupro e de uma tentativa de homicídio.

Os crimes, segundo as investigações, foram praticados com uso de armas de fogo, ameaças, agressões psicológicas e físicas, havendo informes de vítimas que cometeram suicídio em razão dos abusos sofridos. Os criminosos envolvidos nessas ações ficaram conhecidos como “piratas da Amazônia”.

Outro caso em qual Nicotencio também estaria envolvido foi um de repercussão internacional, quando uma família americana foi sequestrada no arquipélago do Marajó em 2017.

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