Uma operação de combate aos trabalhos escravos foi deflagrada pela policia federal com o apoio do ministério público do trabalho e o ministério do trabalho e previdência social na região sudoeste do estado, mas precisamente na zona rural do municipio de uruará.
Segundo as investigações realizadas pela pf de santarém, o próprietário de uma fazenda naquela região mantinha vários trabalhadores em condições desumanas de sobrevivência, parte dos funcionários foram contratados de outros municipios para trabalhar no local e não tinham condições de retornar a suas cidades de origem.
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Durante a diligência dos policiais federais foi confirmado as suspeitas prévias acerca das condições de trabalho análogo a escravo de nove trabalhadores, sendo 08 homens e 01 mulher que estava acompanhada de seu filho de nove meses.
Na apuração documental dos trabalhadores realizados pela força tarefa, foi constatado a ausência de assinatura de ctpss; ausência de realização de exames médicos admissionais; ausência de instalações sanitárias e de abrigo para proteção contra intempéries nas linhas de trabalho; ausência de fornecimento de equipamentos de proteção individual e de materiais de primeiros socorros.
Foi constatado, também, que a água, consumida pelos trabalhadores, era retirada de um açude sem qualquer processo de tratamento, mesmo local que usavam para se banhar e lavar suas roupas; bem como os alojamentos estavam em condições degradantes de higiene, segurança e conforto.
Segundo informações da policia federal, os trabalhadores estavam consumindo há cerca de três meses, apenas arroz e feijão
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