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FORAGIDO

Padrasto é suspeito de estuprar e engravidar adolescente de 13 anos no Pará

Descubra o caso chocante de uma adolescente de 13 anos em Uruará, vítima de abuso sexual. O suspeito seria o padrasto, que está foragido.

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Imagem ilustrativa da notícia Padrasto é suspeito de estuprar e engravidar adolescente de 13 anos no Pará camera Mãe descobriu que a filha havia sido vítima de estupro após gravidez. | Reprodução/Imagem ilustrativa

A segurança do lar, que deveria ser o porto seguro para o desenvolvimento de qualquer criança ou adolescente, muitas vezes esconde realidades devastadoras sob o manto do silêncio e da confiança traída. O crime de estupro de vulnerável não fere apenas a integridade física; ele estraçalha a infância e deixa marcas perpétuas na estrutura familiar.

Em Uruará, no sudoeste do Pará, esse cenário ganhou contornos dramáticos com a descoberta de que uma adolescente de apenas 13 anos está grávida após ter sido vítima de um estupro.

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O caso, que agora está sob investigação da Polícia Civil, veio à tona no dia 12 de dezembro de 2025. O que começou como uma suspeita de saúde revelou-se um pesadelo: a adolescente estava grávida de três meses. Ao ser confrontada pela mãe sobre o resultado dos exames, a jovem rompeu o silêncio e confessou que os abusos eram praticados pelo próprio padrasto, um homem de 27 anos.

Suspeito foge após ser confrontado

Segundo o relato da vítima, a violência teve início em 2024, quando ela tinha apenas 12 anos. O agressor aproveitava os momentos em que a mãe estava ausente para atrair a menina até o quarto. No momento da revelação, a mãe confrontou o companheiro, no entanto, em meio ao choque emocional, ela chegou a desmaiar. O suspeito aproveitou o momento de vulnerabilidade para fugir e, desde então, encontra-se em local incerto.

A família agiu prontamente após a descoberta. A Delegacia de Polícia Civil e o Conselho Tutelar foram acionados, e todos os procedimentos legais, incluindo o exame de corpo de delito, foram realizados até o dia 15 de dezembro. Além disso, a mãe solicitou uma medida protetiva de urgência para garantir que o agressor permaneça afastado.

O DOL solicitou informações sobre o andamento das investigações para a Polícia Civil, que, por meio de nota, informou apenas que o caso é investigado sob sigilo pela Delegacia de Uruará.

O crime de estupro de vulnerável é punido com pena de reclusão de 8 a 15 anos e a denúncia pode ser feita por meio do Disque 100, da Polícia Militar (190), em uma delegacia ou no Conselho Tutelar.

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