A Justiça decidiu manter preso o médico Felipe Almeida Nunes, de 30 anos, acusado de arrastar a própria namorada com o carro por mais de 200 metros no bairro do Umarizal, em Belém. O pedido de liberdade foi feito pela defesa do suspeito, nesta quarta-feira (1º), mas foi negado.
A decisão foi comemorada pelos advogados da vítima, Graziela Luzia Chada, de 27 anos. Segundo a equipe jurídica, a manutenção da prisão representa um passo importante para garantir justiça no caso.
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Eles também afirmaram que seguem acompanhando o andamento do processo e esperam que o acusado seja levado a julgamento o quanto antes. "Nós ficamos felizes com esse desenrolar, para que o suspeito seja encaminhado para julgamento", disse Marcos Couto, advogado da vítima
O crime aconteceu no dia 27 de outubro do ano passado, mas ganhou repercussão pública três dias depois, quando foi divulgado em primeira mão pelo DOL. Na mesma data da divulgação, o médico foi apresentado na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), onde o caso passou a ser investigado.
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As circunstâncias do crime e o estado de saúde da vítima à época geraram forte comoção, levantando debates sobre violência contra a mulher na capital paraense. O caso segue sob análise da Justiça, que ainda irá marcar o julgamento do suspeito acusado de tentativa de feminicídio.
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