Em uma época na qual as transações bancárias acontecem em questão de segundos, um simples erro de digitação pode resultar em transtornos e prejuízos financeiros. Foi exatamente essa situação que mobilizou a Polícia Civil em Rurópolis, no sudoeste do Pará, e terminou com a recuperação de um valor transferido indevidamente por meio do sistema PIX.
Na última segunda-feira (1º), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rurópolis, atuou para recuperar a quantia de R$ 2.400 que havia sido enviada por engano a outra pessoa. O equívoco ocorreu porque a vítima digitou incorretamente os três últimos dígitos da chave PIX durante a realização da transferência.
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Após perceber o erro, a vítima tentou entrar em contato com o destinatário para solicitar a devolução do dinheiro. No entanto, acabou sendo bloqueada e, sem conseguir resolver a situação diretamente, procurou ajuda na unidade policial.
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INVESTIGAÇÃO INDENTIFICOU DESTINATÁRIO EM MINAS GERAIS
Diante da denúncia, os policiais iniciaram diligências para localizar o recebedor da quantia. As investigações apontaram que o destinatário residia no estado de Minas Gerais.
Com a identificação concluída, a equipe policial entrou em contato com o homem, informou que o valor havia sido enviado por engano e esclareceu tanto a necessidade da devolução quanto as possíveis consequências legais da retenção indevida do dinheiro.
Após as orientações, o destinatário realizou o estorno da quantia, devolvendo os R$ 2.400 à conta da vítima.
POLÍCIA ORIENTA DEVOLUÇÃO IMEDIATA
A Polícia Civil reforçou que, em situações envolvendo transferências PIX realizadas por engano, o valor recebido indevidamente deve ser devolvido ou estornado imediatamente para a conta de origem.
A instituição também alerta que a retenção de recursos enviados por equívoco pode gerar responsabilização penal, motivo pelo qual a restituição deve ocorrer assim que o erro for identificado.
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