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MARABÁ

Polícia prende suspeito de ordenar ataque que matou bebê no Pará

Suspeito tem a alcunha de "Tony Cross" e ainda foi preso com drogas

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Imagem ilustrativa da notícia Polícia prende suspeito de ordenar ataque que matou bebê no Pará camera O preso é suspeito de comandar ataque que resultou na morte da bebê de um ano | Divulgação/PC

Um dos homens apontados pela Polícia Civil como responsável por ordenar um ataque a tiros que terminou com a morte de uma bebê de apenas 1 ano foi preso em Marabá, no sudeste do Pará. Francisco Willian Viana de Sousa, conhecido como “Tony Cross”, foi localizado na manhã da última quinta-feira (20), durante uma ação da polícia na Nova Marabá.

A prisão ocorreu por volta das 10h40, na Folha 10, durante a Operação Ponto Crítico VII. Os policiais já tinham um mandado de prisão preventiva contra o suspeito e passaram a monitorar os locais por onde ele poderia circular até conseguir encontrá-lo.

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Segundo as investigações, “Tony Cross” teria participação na organização do ataque ocorrido em agosto de 2025, na cidade. O alvo dos criminosos seria um homem conhecido como Marcos, apontado pela polícia como envolvido com o tráfico de drogas.

O ataque, porém, acabou atingindo outras pessoas que estavam no local, mas a pequena Ísis Emanuelle, de apenas 1 ano, foi baleada e não resistiu aos ferimentos. A mãe da criança também ficou ferida. Uma adolescente de 17 anos e o homem que seria o alvo dos criminosos também foram atingidos.

As investigações identificaram três homens apontados como executores do ataque: Wallisson Pinto da Silva, conhecido como “Pezão”; João Neto, o “Bigode”; e Watilla Rafael Barbosa de Matos. “Pezão” morreu em agosto de 2025, durante um confronto com policiais. Já “Bigode” e Watilla foram presos dias depois.

Com a prisão de “Tony Cross”, a PC busca avançar na identificação de todos os envolvidos e esclarecer como teria funcionado a organização do atentado. Na prisão, os policiais também encontraram porções de substâncias semelhantes a drogas.

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A polícia informou que o investigado foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. A responsabilidade dele pelo ataque ainda será analisada no processo judicial.

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