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POLÍCIA

Supostos ladrões de banco são mortos pela PM

Durante uma barreira móvel policial realizada no domingo, a partir de meia-noite, um homem que seria abordado efetuou disparos contra policiais militares de Paragominas, no nordeste do Pará. Os PMs revidaram e dois bandidos morreram.Segundo o Serviço d

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Durante uma barreira móvel policial realizada no domingo, a partir de meia-noite, um homem que seria abordado efetuou disparos contra policiais militares de Paragominas, no nordeste do Pará. Os PMs revidaram e dois bandidos morreram.

Segundo o Serviço de Inteligência da 13ª Zpol, que tem como titular o capitão João Luiz, há 30 dias atrás uma quadrilha especializada em assalto a agências bancárias estava se deslocando em Paragominas. Mas eles se depararam com a barreira policial, logo eles voltaram para seu lugar de partida, que seria uma fazenda.

Homens do 19º Batalhão de Polícia Militar de Paragominas estavam atentos para qualquer movimentação estranha na cidade. Já que houve assaltos em agências bancárias em Santarém e São Domingos do Araguaia. A polícia chegou a fazer barreiras para fiscalizar veículos na PA-256 que dá acesso à sede da cidade, conforme já mostrado aqui no DIÁRIO DO PARÁ.

Os policiais receberam um alerta do Serviço de Inteligência e da Delegacia de Combate a Roubos a Banco, vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). A polícia detectou que a quadrilha, municiada com armamentos pesados, teria guardado o armamento em uma fazenda localizada entre as cidades de Paragominas e Ipixuna do Pará, na rodovia Belém-Brasília (BR-010).

Na fazenda, eles treinavam tiros ao alvo, segundo informações levantadas, na presença de três mulheres, todos com cabelos pintados de loiros. Porém, nunca tinham horário fixo para os treinamentos.

FUGA

Após fugir das barreiras, a quadrilha voltou para guardar os armamentos na fazenda, para então poder passar nas

rodovias com tranquilidade e conhecer a região.

O bando estaria de posse de seis pistolas “Ponto 40” niqueladas; duas armas calibre 12 e uma metralhadora. Contudo, as armas teriam sumido, assim, eles começaram a perseguir um homem de prenome Walmir, com ameaças que se ele não entregasse os armamentos, sua esposa e filhos iriam morrer brevemente.

Os bandidos chegaram a ir em uma escola municipal para ameaçar Walmir, o que ocorreu entre os dias 4 e 8, diariamente, eles deram um prazo de 10 dias para a entrega dos armamentos. A Polícia Militar ainda não sabe dizer a ligação de Walmir com a quadrilha.

Temeroso, Walmir procurou uma guarnição no distrito do Km 12, às margens da Belém-Brasília. De posse das informações, a Polícia Militar montou barreiras nos distritos do Km 11 e bairro Andradina.

Após o efetivo estar a postos, em barreiras móveis, no domingo por volta meia-noite, um Fiat Siena branco, táxi com placa de Belém, tinha a bordo dois ocupantes. Ao solicitar para eles pararem, um deles efetuou disparos contra o cabo Márcio e o outro contra os demais PMs. Houve revide e os dois que estavam no carro foram atingidos. Levados para o Pronto-Socorro Municipal de Paragominas para primeiros socorros, mas chegaram lá mortos. Inicialmente, a Polícia Militar já tem o nome dos integrantes, mas preferiu manter em segredo.

Segundo a Polícia Militar de Paragominas, outros suspeitos também iriam passar pela barreira, mas, em meio ao tiroteio, conseguiram escapar em uma picape S-10; um Gol preto; um Pálio vermelho e uma moto Broz vermelha.

Dos bandidos atingidos que morreram no PSM de Paragominas, um deles chama-se Ney José Gomes da Costa, mas o seu comparsa ainda é desconhecido.

Depois do fato, guarnições comandadas pelo capitão Henrique avistaram o veículo S-10 às proximidades do PSM. Ao perceberam a presença da polícia no local, eles imediatamente deixaram o local.

Uma testemunha, que preferiu não ser identificada, avistou dois homens após o confronto, correndo, ambos com armas longas, rumo ao bairro Pandolf, às margens da rodovia Belém-Brasília.

O táxi dos bandidos permanece no pátio da 13ª Seccional, onde foi encontrada carteira de habilitação, porta-cédulas, identidades e outros objetos e dois armamentos longos. A reportagem foi até o necrotério tentar registrar a remoção dos corpos, porém a direção do hospital municipal não autorizou a entrada, alegando a ausência de familiares. (Diário do Pará)

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