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POLÍCIA

\'Bacuzinho\' é retalhado na Ilha do Mosqueiro

A vida acabou para o homicida José Antônio do Nascimento Santos, de 20 anos, conhecido no submundo do crime por “Bacuzinho” que acabou retalhado a golpes de terçado pelo pai da suposta namorada dele, no final da tarde de ontem (9), na rua do Igaracoco,

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A vida acabou para o homicida José Antônio do Nascimento Santos, de 20 anos, conhecido no submundo do crime por “Bacuzinho” que acabou retalhado a golpes de terçado pelo pai da suposta namorada dele, no final da tarde de ontem (9), na rua do Igaracoco, no bairro de São Francisco, na ilha do Mosqueiro, em Belém.

Segundo as primeiras informações colhidas por policiais militares da 9ª ZPol e pelo capitão Miranda, subcomandante da 2ª Companhia Independente do Distrito do Mosqueiro, “Bacuzinho” estava homiziado em uma das ilhas que circundam Belém, quando resolveu vir buscar no bairro do São Francisco a companheira dele, uma adolescente de 15 anos.

O fato acabou revoltando a família da “menor” e o então suposto sogro Dilaci Fernandes Santos acabou discutindo com “Bacuzinho” que tinha fama de matador e armou-se com um gargalo de garrafa e investiu contra o futuro sogro que estava armado com um terçado, tipo “rabo de galo”, cabou por matar “Bacuzinho” que teve a mão e parte do pescoço decepadas diante da fúria do desafeto.

Segundo o oficial da PM em Mosqueiro, logo após a cena de sangue o autor do homicídio Dilaci Fernandes teria fugido pelas matas levando consigo a arma do crime. Ele dizia que caso alguém tentasse segui-lo poderia ter o mesmo destino do futuro genro que ficou envolto em uma poça de sangue.

José Antônio do Nascimento Santos, o “Bacuzinho”, em que pese a idade, tem uma ficha criminal das mais extensas no Pará. A ele é creditado pelo menos dois homicídios de grande repercussão como de um comerciante executado durante assalto em Mosqueiro e de outra pessoa no município de Abaetetuba.

CRIMES

Também contra a vítima pesam inúmeros procedimentos criminais na Seccional Urbana do Mosqueiro que fazem parte de processos criminais que “Bacuzinho” já respondia na Justiça.

Três viaturas da 9ª ZPol estiveram no local do crime bem como o delegado Wilson Ronaldo, de plantão na Seccional do Mosqueiro, que acionou o Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” para fazer a remoção do corpo dilacerado de “Bacuzinho”. (Diário do Pará)

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