Após vários fatos que sucederam a morte da universitária Maria Rosa Mindelo Lopes e polemizaram o caso, Jurandir Júnior, acusado de ser o autor dos disparos que vitimaram a jovem, apresentou-se à Polícia Civil, em Cametá, no último dia 6 de agosto. Na ocasião, ele estava acompanhado de um advogado.
A apresentação espontânea do acusado aconteceu quase 20 dias depois da tragédia. Maria Rosa foi baleada no ouvido, no dia 18 de julho, quando saía de uma festa e se deslocava, juntamente com seu ex-namorado de prenome Anderson, pela estrada da praia do Bini, no Distrito de Curuçambá, em Cametá. Os disparos que atingiram a universitária foram efetuados no momento em que dois homens se aproximaram em uma motocicleta.
Primeiramente, ela foi socorrida no hospital municipal do município e, devido a gravidade dos ferimentos, transferida no helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital Metropolitano. Jurandir
Júnior, que é primo do ex-namorado da vítima, foi apontado como um dos indivíduos que estava na motocicleta, bem como o autor do disparo.
Logo depois, o acusado compareceu à Delegacia de Cametá, mas foi liberado. Nesse período, familiares de Maria Rosa denunciaram que a polícia nem chegou a ouvir testemunhas que teriam avistado Jurandir Júnior em uma motocicleta. “Achei estranho como a escrivã emite uma documentação sem assinatura do delegado, inocentando uma pessoa sem nenhum problema. Por que não foram ouvidas as testemunhas antes dele ser liberado?”, declarou Sérgio Lopes, tio da universitária, ao ser entrevistado, na época, pela TV RBA.
No mesmo dia em que apresentou-se na delegacia, Jurandir Júnior foi encaminhado para o Centro Penitenciário de Cametá, uma vez que a prisão preventiva dele já havia sido solicitada pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil e, posteriormente, decretada pela Justiça.
DOAÇÃO
A morte encefálica de Maria Rosa foi confirmada no dia 22 de julho deste ano, já que o cérebro deixou de enviar sinais ao resto do corpo. Por conta disso, a Comissão de Doação de Órgãos do Hospital Metropolitano consultou a família da universitária sobre a possibilidade de doação, o que foi autorizado. (Diário do Pará)
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