Um crime misterioso. Assim foi possível definir a morte do taxista Edinaldo Almeida da Silva, de 32 anos, conhecido como “Maranhão”. Ele foi assassinado na noite de sexta-feira na passagem Santo Afonso, no bairro da Pratinha. A vítima foi executada com cinco tiros por um desconhecido.
Testemunhas relataram que eram por volta de meia-noite de sexta-feira quando Edinaldo chegou do trabalho. Ele seguiu para casa onde morava e encontrou com a esposa. Os dois foram juntos até a casa de uma vizinha pegar os dois filhos do casal que sempre ficavam por lá.
Edinaldo ficou em frente à casa da vizinha aguardando a esposa quando teria sido abordado por um desconhecido. O local não possuía iluminação e os vizinhos e a companheira de Edinaldo apenas ouviram o barulho de tiros sendo disparados na rua. Quando foram verificar o que havia acontecido encontraram o taxista já morto com cinco tiros na cabeça.
Ninguém ouviu nada que pudesse explicar a morte de Edinaldo. Não houve discussão aparente e muito menos se tratou de um latrocínio, pois nada foi roubado da vítima. O taxista também não possuía inimigos e nem havia recebido nenhum tipo de ameaça.
O delegado Eduardo Rollo, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, esteve com uma equipe no local realizando os primeiros levantamentos do caso. Como se trata de uma “área vermelha”, as dificuldades para se obter qualquer informação é muito grande. “Os moradores da área sabem o que houve, mas ninguém quer falar. O que sabemos é que ele chegou em casa e foi morto naquele local”, resumiu o delegado.
Foi solicitada a remoção do corpo de Edinaldo para o Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” (CPCRC).
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