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POLÍCIA

Polícia de 4 patas apreende R$ 3 milhões em drogas

A mais nova arma não letal para o combate ao tráfico de drogas no Pará vem da Polícia Rodoviária Federal, que desde o ano passado investe em cães farejadores de drogas através do Grupo de Operações com Cães, que tem no comando o patrulheiro Robson dos

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A mais nova arma não letal para o combate ao tráfico de drogas no Pará vem da Polícia Rodoviária Federal, que desde o ano passado investe em cães farejadores de drogas através do Grupo de Operações com Cães, que tem no comando o patrulheiro Robson dos Santos.

Nos últimos seis meses, os cães “Figo” e “Comanche” foram importantes na localização de mais de 100 quilos de entorpecentes.

O emprego de cães farejadores no sistema de policiamento é uma prática que vem sendo adotada pelos policiais no Brasil inteiro. No combate ao tráfico de drogas, estes animais se tornam imprescindíveis para a localização do entorpecente, cujos traficantes têm se preocupado cada vez mais em aperfeiçoar os métodos para fugir das fiscalizações.

O DIÁRIO acompanhou, nas últimas semanas, uma série de operações que culminaram com a prisão de traficantes e apreensão de grande carregamento de drogas que tentavam entrar no Estado do Pará, utilizando rodovias federais e até mesmo estaduais.

A Divisão de Repreensão ao Entorpecente, através do delegado Hennison Jacó, e a Polícia Militar com o 12º Batalhão, sediado em Santa Izabel do Pará, com o tenente coronel Heldson Tomaso, firmaram parceria com o Grupo de Operações com Cães (GOC), da Polícia Rodoviária Federal, que tem sido um aliado importante na descoberta da droga.

Uma dessas grandes apreensões aconteceu no mês de junho, quando policiais rodoviários federais suspeitaram de um casal que dirigia um carro Ecosport trafegando durante a noite pela rodovia BR-010, no município de Dom Eliseu. Eles teriam como destino a capital paraense.

O Grupo de Operações Especiais e o Grupo de Operações com Cães foram deslocados para a região, fazendo base no município de Ipixuna do Pará. Quando o motorista tentou passar pela barreira, foi parado e o veículo, revistado pelos cães “Figo” e “Comanche”. Logo eles descobriram o entorpecente camuflado e escondido pelo carro.

Feita a contabilidade do crime, os policiais rodoviários e inspetores encontraram 41 pacotes da droga escondidos na parte traseira do carro, cujo motorista era o paraense José Humberto Lisboa Reis Filho, 34 anos. Ao lado dele estava sua companheira, a maranhense Marinalva de Oliveira Cunha, 25. Ambos confessaram o crime. Eles levavam 22kg de cocaína pura que, se beneficiada, daria para fazer mais de 80kg e, pela avaliação do mercado do submundo do crime, renderia aos traficantes mais de R$1,5 milhão.

Outra grande apreensão aconteceu no início do mês, durante uma fiscalização de rotina no km 83 da BR-174, município de Glória D’Oeste (MT), onde patrulheiros do Grupo de Operações com Cães (GOC) e do Posto da PRF-301, juntamente com policiais do Pefron, abordaram um Polo, com placa de Santa Izabel do Pará, conduzido por José Geovane Brito Alves, que no momento da abordagem apresentou certo nervosismo e prestou informações contraditórias.

Com o emprego da cadela farejadora “Poly”, foram identificados indícios da presença de substância entorpecente e, após uma busca minuciosa no veículo, foram encontrados 46 pacotes contendo pasta base de cocaína, perfazendo 20,44kg. Se beneficiada, renderia 80kg de cocaína ou R$ 1,2 milhão.

A terceira grande apreensão aconteceu na semana passada. Durante uma abordagem da Divisão de Repreensão ao Entorpecente da DRCO e os procedimentos de praxe do GOC (Grupo de Operações com Cães), os cães apontaram a existência de drogas na parte direita de um carro. Ao ser desmontado o painel, foram encontrados oito quilos da substância básica para a produção de cocaína, conhecida como óxi.

Para o delegado João Bosco, da DRCO, a droga renderia aos traficantes, se chegasse ao seu destino, em torno de R$ 570 mil. Já no mês de maio, a Polícia Militar recebeu informações de que maconha colhida em Gurupi (MA) estava chegando a Belém utilizando transporte rodoviário.

Assim, o coronel Heldson Tomaso pediu apoio da PRF, através do Grupo de Operações com Cães, e durante a “Operação Alvorada” prendeu Raquel de Oliveira Cunha, 28 anos, que estava com uma bagagem com sete quilos de maconha prensada pronta para o consumo.

Na abordagem, o cão farejador “Comanche” descobriu algo que não seria uma simples valise de roupa e o cabo Júnior do 12º BPM (Santa Izabel) resolveu abrir. Nela, encontrou os sete tabletes de maconha.

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