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POLÍCIA

Ex-presidiário é executado após sete anos preso

Depois de passar sete anos na cadeia, a vida acabou para o ex-presidiário e viciado em drogas Clauderino Vieira da Costa, de 35 anos, conhecido como “Deira”. Ele foi executado com três tiros no final da rua São Sebastião, no bairro do Bengui, em Belém.

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Depois de passar sete anos na cadeia, a vida acabou para o ex-presidiário e viciado em drogas Clauderino Vieira da Costa, de 35 anos, conhecido como “Deira”. Ele foi executado com três tiros no final da rua São Sebastião, no bairro do Bengui, em Belém.

Policiais militares da 24ª Zona de Policiamento, que estavam na viatura 9504, foram os primeiros a chegar ao local, isolando a área até a chegada de policiais civis da Divisão de Homicídios para o levantamento de local de crime.

As informações, como sempre, foram escassas. Mas o delegado Adelino Serra, de plantão na Divisão de Homicídios, com a chegada do pai da vítima, o pedreiro Osvaldo Silva da Costa, conseguiu saber que a vítima esteve presa por sete anos por assalto e estava na condicional. O genitor também disse que a vítima era viciada em drogas.

Osvaldo Silva da Costa contou ao DIÁRIO que, logo após saber que o filho estava em má companhia na juventude, o expulsou de casa e este passou a viver nas ruas do Bengui. “E sempre estava com gente que não prestava”. Até ser preso e passar 7 anos encarcerado.

DÍVIDA

Recentemente, ele conseguiu a progressão do regime e ganhou a liberdade. No entanto, na qualidade de viciado, certamente passou a se drogar e, como não tinha dinheiro, provavelmente estaria devendo para algum traficante. Na “lei do tráfico”, dívida é considerada crime e tem como condenação a morte.

Uma testemunha ouvida pelo delegado Adelino Serra, da Divisão de Homicídios, disse que dois homens estavam em uma motocicleta e que um deles efetuou os tiros na vítima.

“Deira” caminhava pela rua São Sebastião quando os assassinos se aproximaram e deram três tiros na cabeça, o que caracteriza a execução conhecida como “acerto de contas”.

As investigações evoluíram com o pessoal da Homicídios e, mesmo antes da chegada dos peritos do CPC “Renato Chaves”, o nome de um dos suspeitos já estava na planilha do delegado Adelino Serra, que vai passar as investigações para a Delegacia do Bengui.

Muitos populares cercaram o corpo da vítima e os familiares que estiveram no local pareciam conformados com a situação.

Fósforos

Com “Deira” os peritos do IML encontraram no bolso da bermuda uma caixa de fósforos e duas “petecas” de cocaína, o que prova que “Deira” poderia ter ido a uma boca-de-fumo das proximidades minutos antes de ser morto. (Diário do Pará)

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