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POLÍCIA

Treinamento simula sequestro de jornalistas

Um grupo de trinta jornalistas especializados em cobertura policial em jornais, rádio e televisão em Belém viveu momentos de tensão durante uma simulação de assalto com reféns.Para conhecerem técnicas e como se portar em assaltos com reféns a PM realizou

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Um grupo de trinta jornalistas especializados em cobertura policial em jornais, rádio e televisão em Belém viveu momentos de tensão durante uma simulação de assalto com reféns.

Para conhecerem técnicas e como se portar em assaltos com reféns a PM realizou no auditório do Comando Geral um seminário tendo como tema “A Imprensa no Teatro de Operações em Situações de Crises Policiais”.

A palestra proferida pelo major PM Rayol foi prestigiada por dezenas de jornalistas, estudantes de comunicação, socorristas do Samu 192 e policiais que estão em curso de formação, além do setor de inteligência.

Após a palestra os grupos foram levados em três ônibus para a Aldeia Amazônica, na Pedreira, para assistirem uma simulação de assalto com reféns.

Acostumados a sair na frente nas informações os jornalistas acabaram tendo uma surpresa nada agradável e viveram uma situação muito próxima do real. Misturado aos jornalistas, quatro “assaltantes” desviaram a rota do ônibus anunciando o assalto e levando pânico mesmo àqueles profissionais de imprensa acostumados à rotina de violência.

Sob mira de armas, os jornalistas foram colocados na parte traseira do ônibus, com uma temperatura de 40 graus, iniciando assim uma tensa negociação com policiais do Comando de Missões Especiais e Batalhão de Choque. Os supostos assaltantes, na verdade policiais, fizeram todas as exigências possíveis e imagináveis para começar a liberar os jornalistas até a rendição.

No alto do prédio da Aldeia Amazônica dois atiradores de elite ficaram posicionados. Os “assaltantes” exigiram a presença da imprensa que foi atendida pelo negociador. Uma equipe do Rota Cidadã foi chamada às pressas, logo em seguida os “bandidos” pediram quatro coletes à prova de bala negociando a liberação de mais um grupo de jornalistas.

Na sequência pediram a presença de familiares e água, sendo atendidos pelo negociador, tudo acompanhado de perto pelo comandante geral da Polícia Militar coronel Augusto Leitão e pelo subcomandante coronel Sarmanho, até a rendição total.

Para a PM o objetivo foi alcançado em sua plenitude. O diretor de finanças do órgão, coronel Ailton Dias, explicou no final do treinamento a intenção da PM em mostrar no real o que vive uma pessoa quando é tomada como refém.

Segundo o comandante geral, coronel Augusto Leitão, a PM do Pará vem buscando a cada dia melhoria na qualidade de seus serviços de segurança púbica. Nesse aspecto, entender a importância de outros atores sociais, bem como estabelecer com eles um ótimo relacionamento e procedimentos operacionais são fundamentais na busca dos resultados esperados.

No final, um almoço e entrega de certificado no refeitório do Comando Geral terminou a experiência para os profissionais de imprensa que cobrem diariamente a área policial na Região Metropolitana de Belém. (Diário do Pará)

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