Em 17 de dezembro de 2002, uma briga por um cartão de crédito roubado mudou a vida da família do professor Hermano Soares Souza. Deficiente físico, casado e com dois filhos. Hermano dava uma aula particular na sala de sua casa, localizada no bairro da Cabanagem. Foi quando seu enteado, Paulo Guilherme da Conceição Veloso (foto), se aproximou e o esfaqueou pelas costas, ignorando a presença do aluno de Hermano. Segundo Helena Souza, cunhada da vítima, Paulo Guilherme era usuário de drogas. “O crime aconteceu após uma briga que Paulo e Hermano tiveram devido o sumiço de um cartão de crédito”, afirma. Após esfaquear o professor, Paulo Guilherme fugiu. Apesar das buscas feitas pela polícia, não foi encontrado. Helena ressalta que em janeiro de 2003, receberam um telefonema dizendo que o assassino havia passado trinta dias preso na Delegacia de Turiaçu, no Maranhão, após uma tentativa de homicídio. Mas foi solto após alegar ser menor de idade. A família de Paulo Guilherme mora também no bairro da Cabanagem, mas diz não saber de seu paradeiro. Para Helena Souza, a maior preocupação dos familiares é com a mãe de Hermano, Terezinha Souza, de 80 anos, que vive angustiada pelo sumiço do assassino de seu filho. “Ela sempre diz que não quer morrer antes que a justiça seja feita”, afirma a cunhada de Hermano. Este caso já foi publicado no DIÁRIO DO PARÁ em abril de 2008, e por um pedido da família de Hermano, relembramos o acontecido. Quem souber do paradeiro de Paulo Guilherme pode telefonar para Disque Denúncia (181), e o nome de quem o denunciar será mantido em sigilo total. (Diário Online)
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