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POLÍCIA

Cabo baleado relata confronto com assaltantes

Cabo da Polícia Militar, Paulo Gedeon Conceição Oliveira está se convalescendo na casa dele, no bairro Laranjeira, de tiro que recebeu na última segunda-feira (16), por ocasião da refrega com assaltantes de banco, que tentaram roubar o Banco do Brasil

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Cabo da Polícia Militar, Paulo Gedeon Conceição Oliveira está se convalescendo na casa dele, no bairro Laranjeira, de tiro que recebeu na última segunda-feira (16), por ocasião da refrega com assaltantes de banco, que tentaram roubar o Banco do Brasil de Itupiranga.

Ele narra os segundos em que esteve na mira dos assaltantes. Por volta das 19h daquele dia, ele estava no Destacamento da PM, com quatro colegas militares, quando recebeu a informação que ladrões atacavam a agência bancária.

Rapidamente se deslocou para a agência e quando os militares estavam em frente à delegacia, os assaltantes retornavam numa camionete com a carroceria cheia de reféns.

“Eles não contaram conversa, foram logo atirando. Tentei me proteger atrás da camionete na parte do motor, mas fui atingido no ombro”, relata, dizendo que logo em seguida o braço ficou adormecido e perdeu os movimentos.

Nesse intervalo, os assaltantes continuavam atirando para todos os lados, inclusive acertaram três civis. Em seguida, o militar, que já pertenceu ao Grupo Tático Operacional (GTO), tentou se proteger dos tiros e ficou literalmente sem poder se defender.

“Não pude atirar neles, pois estava sem o movimento do braço e porque a camionete estava cheia de reféns”, comenta, alertando para o fato de no momento do tiroteio muitas pessoas, ao invés de fugirem do perigo, foram ver o que estava acontecendo. “Ficou difícil para revidarmos ao fogo inimigo, pois muitos civis

vieram pra cima, além do mais a camionete estava cheia de reféns”.

Após o baleamento, o militar foi socorrido e operado em Marabá. O projétil ficou alojado, porém ele não corre risco de morte.

Outra coisa que intriga bastante o militar, diz respeito à ação atabalhoada dos assaltantes. “Em dezoito anos de polícia, nunca vi uma coisa dessas, assalto a banco à noite”, comentou.

Para ele, pelo fato de não ter dado certo o assalto, os ladrões retornaram bastante enfurecidos e atiraram para todos os lados. “Penso que eles tentaram roubar os caixas eletrônicos, mas como não deu certo, ficaram com raiva e atiraram nas pessoas”, aposta.

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