Uma mulher morreu vítima de atropelamento, por volta das 6h, no quilômetro 2 da BR-316, em Ananindeua. A jovem Sônia Rodrigues Braga, de 20 anos, atravessava a pista de sentido Ananindeua/Belém, quando uma van em alta velocidade a atropelou. Ela morreu na hora. Crime
Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local, fizeram o levantamento do caso e isolaram a área do acidente. Testemunhas disseram que na hora do atropelamento o trânsito estava tranquilo e que só ouviram o barulho do baque e a jovem caída na pista.
Uma testemunha informou aos agentes da PRF que o motorista da van parou o veículo após atropelar Sônia Rodrigues. Em seguida, o condutor, que não foi identificado, passou a fazer ligações via telefone celular. Mas, na sequência, deixou o local com medo de ser linchado pelos populares. A placa do veículo atropelador foi anotada e repassada para os policiais.
A mesma testemunha informou que a van não estava em alta velocidade e que a causa do acidente teria sido a desatenção da vítima ao atravessar a rua.
Uma tia da jovem chegou ao local e informou aos policiais que a vítima era filha adotiva e que, na manhã de ontem, ela iria para o interior do Estado, visitar a sua mãe biológica. O pai adotivo da vítima também esteve na cena do acidente e ficou muito abalado ao saber da morte da filha. Ele não quis falar com a reportagem.
O caso foi registrado na Seccional da Marambaia, de onde foi feita a solicitação de remoção do corpo da vítima para o Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”.
Até o final da manhã de ontem, o motorista da van não havia sido localizado nem teria se apresentado na seccional que atende a área, a da Marambaia. Após identificado, o motorista deve ser indiciado por homicídio culposo, que é quando não há a intensão de matar. (Diário do Pará)
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