Alguns dias depois do assassinato de uma mulher, ocorrido no dia 24 deste mês, na Vila da Fumaça, Distrito Industrial, em Ananindeua, começam a vir à tona informações que podem ajudar a elucidar o caso. Os detalhes foram repassados ao Diário por policias civis da Seccional de Ananindeua, que estão à frente das apurações.
Na época do crime havia a informação de que o vulgo da vítima era “Magreza” e que seria moradora de rua, viciada em drogas. As apurações comprovaram que ela realmente estava “mergulhada” no vício das drogas, mas também revelaram a identificação: Francilene Moreira da Silva. O mais relevante foi o fato dela estar grávida de três meses.
Nas investigações também constatou-se que ela havia saído de sua casa, localizada na passagem Maranhão, também no Distrito Industrial, na noite do dia 23 de agosto. De acordo com o depoimento de uma testemunha, “Magreza” foi avistada na madrugada do dia 24 de agosto, nas proximidades da Vila da Fumaça.
Ainda segundo os relatos, “Magreza” foi morta por dois elementos, que, antes de cometerem o crime, lhe deram dinheiro para comprar cocaína. Quando ela retornou com o produto, eles ordenaram para que o rapaz que a acompanhava corresse e efetuaram os disparos. Francilene foi alvejada com, pelo menos, cinco tiros.
Os levantamentos da polícia indicam que os suspeitos do assassinato são dois indivíduos de prenome “Abraão” e “Renatinho”. O primeiro, conforme investigadores, foi alvo de uma tentativa de homicídio por parte de “Camom” - que era amigo de “Magreza” - em meados deste ano. Por conta disso, a polícia acredita que a morte de Francilene tenha sido executada em função do fato dela ser amiga de “Camom”, que, por sua vez, é acusado de ter cometido diversos homicídios. (Diário do Pará)
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