Cerca de 30 estudantes conseguiram escapar do cerco da Rotam, porém cerca de 20 deles foram detidos Policiais da Rotam e 10ª ZPol tiveram bastante trabalho na tarde de segunda-feira (30) para conter cerca de 50 estudantes de escolas públicas que estavam se confrontando em frente ao Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o Hangar, onde está acontecendo a 14ª edição da Feira Pan-Amazônica do Livro. A confusão começou quando estudantes de duas escolas públicas começaram a se xingar e a jogar lixo uns nos outros. Não aguentando as implicâncias da turma rival, eles passaram a agredir a outra turma, provocando pânico a quem estava participando do evento.
Populares que passavam pelo local começaram a correr para se esconder da confusão, e os vândalos continuavam a pancadaria. “Parecia que era um arrastão e era gente correndo para todos os lados. Vi paus e pedras voando e agressões a quem passava perto deles, uma verdadeira batalha. Eu nunca imaginei que fossem estudantes, se é que podemos chamar isso de estudantes”, conta Manuel Oliveira.
Alguns militares que fazem a segurança do evento precisaram chamar reforço via Ciop, já que eram muitos jovens espalhados ao longo das avenidas Duque de Caxias, Doutor Freitas e Brigadeiro Protásio, no bairro do Marco, em Belém. Os frentistas de um posto de combustível que funciona em frente ao Hangar precisaram se proteger da confusão.
A Rotam com o apoio da Rocan chegou para conter a briga. Cerca de 30 estudantes conseguiram fugir do cerco da PM, mas foram detidos aproximadamente 20 jovens, com idades entre 15 e 26 anos, em frente a entrada do Comando Geral da Polícia Militar.
“A gente não estava brigando não. Eu só estava passando por aqui mesmo”, desculpa-se um estudante de 16 anos da Escola Estadual Pedro Amazonas Pedroso. Um estudante de 26 anos disse que não tinha nada a ver com a confusão, mas foi reconhecido por moradores e policiais que presenciaram a briga. A namorada dele ainda chegou a pedir para os policiais para que não o levasse preso, e após uma triagem e orientação da PM ele foi liberado. Nenhum dos estudantes soube dizer o que motivou a briga, mas falaram da histórica rixa que existe entre alguns colégios públicos da capital. (Diário do Pará)
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