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POLÍCIA

Necrópsia comprova que garota foi estrangulada

Karla tinha 7 anos e o irmão de sua mãe é o principal suspeito de sua morte De acordo com a assessoria de comunicação do Centro de Perícias Renato Chaves, o resultado da necropsia realizada no corpo de Karla Jamile – criança de apenas 7 anos, assassina

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Karla tinha 7 anos e o irmão de sua mãe é o principal suspeito de sua morte

De acordo com a assessoria de comunicação do Centro de Perícias Renato Chaves, o resultado da necropsia realizada no corpo de Karla Jamile – criança de apenas 7 anos, assassinada no último domingo - apontou que a morte foi ocasionada por estrangulamento. No procedimento, realizado por uma médica, também foram recolhidos materiais biológicos que poderão apontar se a menina foi vítima de violência sexual.

O material coletado já foi repassado para o laboratório do Instituto de Criminalística do CPC Renato Chaves, onde será submetido a um exame de líquido espermático, de modo que seja comprovado a existência de espermatozoides no órgão genital da criança. Ainda conforme a assessoria, o resultado sairá dentro de um prazo de 15 dias.

Vale enfatizar que caso seja confirmado a presença de líquido espermático no exame e, porventura, Nelris Silva do Espírito Santo, tio de Karla Jamile – acusado de ser o assassino - seja capturado pela polícia ou resolva se entregar, certamente, o material recolhido no referido exame será comparado com exames efetuados nele.

ESCONDERIJO

Instantes depois da constatação do crime, Rosimare Silva do Espírito Santo, mãe de Karla Jamile, soube através de um vizinho que o irmão havia apanhado uma carona de bicicleta com um morador da proximidades de sua residência. Segundo os relatos do cidadão que ofereceu a carona, Nelris teria comentado que pretendia deslocar-se à Feira do Ver-o-Peso, de onde seguiria de barco para o município de Barcarena.

Por outro lado, familiares de Nelris acreditam que ele pode ter fugido para Marituba e estaria escondido na residência de parentes da mulher com a qual mantém um relacionamento amoroso. No entanto, ontem, o DIÁRIO recebeu uma denúncia anônima, cujas informações indicam que Nelris estaria escondido em uma casa, localizada na rua do supermercado “Fonseca”, sede do município de Acará.

Delegada vai pedir prisão preventiva do tio da menina

A delegada Jaine Pastana, supervisora da Delegacia do Júlia Sefer vai pedir na manhã de hoje a prisão preventiva de Nelris Silva do Espírito Santo, acusado de matar a sobrinha, a menina Karla Jamile Silva, de sete anos de idade, no último domingo (5). As duas últimas testemunhas sobre o caso, foram ouvidas no começo da noite de ontem. “Meu pedido vai ser embasado no que já ouvi e nas evidências encontradas, como o corpo da criança seminu. Vou acusá-lo de crime duplamente qualificado por homicídio e estupro”, disse a delegada.

Na madrugada de hoje a equipe de investigadores comandada pelo chefe de Operações da delegacia, Dourival da Silva, voltou a fazer as buscas pelo acusado, que está foragido desde o dia do acontecido. As investigações começaram na segunda-feira, no município de Barcarena, onde Nelris morava e trabalhava. Mas segundo o investigador, nenhuma pista foi encontrada. “Fomos ma empresa onde ele prestava serviço e descobrimos que ele havia sido demitido uma semana antes de vir para Belém e que na sexta-feira (3) apareceu na empresa para receber o dinheiro”, contou Dourival Silva.

Foi com o dinheiro que recebeu, que Nelris promoveu uma grande farra na casa da irmã, Rosemare Silva do Espírito Santo, no último final de semana.

Nelris foi visto pela última, na tarde de terça feira (7) no município de Marituba. “Essa informação foi nos passada pela ex-sogra dele, que foi avisada por um parente de que ele (Nelris) passou na porta da casa dela. Após a denúncia, também o procuramos por lá”, disse o investigador.

VIOLENTO

Segundo a polícia, Nelris nunca teve registro na polícia, nem mesmo respondeu um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO), que é instaurado para os casos de menor potencial ofensivo. Esse fato até chamou a atenção dos policiais, já que Nelris também é conhecido como “Hulk”, “Rambo” e “Turbinado”. “Os nomes demonstram o quanto ele é forte e utiliza da violência. A irmã dele contou que ele era uma boa pessoa, mas que se transformava completamente quando bebia. Ele já havia derrubado uma parede com um soco e um muro com uma cabeçada”, contou a delegada Jaine Pastana. (Diário do Pará)

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