Gilmar Dias é acusado de mandar matar o próprio irmão, o comerciante Carlos Alberto Dias Já está recolhido no Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes, em Marabá, sudeste paraense, Gilmar Dias da Silva. Ele é acusado de mandar matar o próprio irmão, o comerciante Carlos Alberto Dias, por causa de uma herança. Gilmar foi preso em Imperatriz, no Maranhão, em decorrência de mandado judicial de prisão expedido pela Comarca de Itupiranga.
O acusado foi transferido ao Pará, no dia 2 deste mês, pela equipe formada pelos investigadores Josimar Costa e Álvaro Afonso Lobato, da Delegacia de Itupiranga. Os pistoleiros contratados para executar a vítima, William Santos de Oliveira e Fábio Sousa Vieira, já estão presos em Marabá.
A transferência de Gilmar ao Pará atendeu à ordem de missão expedida pelo delegado Sérgio Máximo dos Santos, de Itupiranga. Os policiais civis viajaram ao Maranhão no dia primeiro deste mês. No dia seguinte, os policiais entraram com carta precatória no Fórum de Imperatriz para fazer a transferência do preso. Inicialmente, Gilmar foi levado à Superintendência Regional do Sudeste, em Marabá, para ser ouvido pelo delegado. Depois de ser submetido a exame de corpo de delito, ele foi transferido ao presídio.
De acordo com as investigações presididas pelo delegado Sérgio Máximo dos Santos, o pai de Gilmar e de Carlos Alberto deixou uma herança que deveria ser dividida de forma igual entre os filhos. Contudo, Gilmar não concordou com a partilha dos bens, o que lhe motivou a arquitetar o assassinato do irmão. O fato foi comunicado à Polícia Civil que, em decorrências das investigações, obteve a decretação da prisão preventiva dos acusados por parte do juiz de Direito, Marcelo Andrei Simão. (Diário do Pará)
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