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POLÍCIA

Delegado geral nega armação em ação policial

Diante de vários comentários de bastidores a respeito da morte do delegado André Luiz Nunes Albuquerque, no último domingo (3) em Parauapebas, de que ele poderia ter sido vítima de uma armação, o delegado geral Raimundo Benassuly Maués Júnior negou e atri

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Diante de vários comentários de bastidores a respeito da morte do delegado André Luiz Nunes Albuquerque, no último domingo (3) em Parauapebas, de que ele poderia ter sido vítima de uma armação, o delegado geral Raimundo Benassuly Maués Júnior negou e atribuiu o fato a uma fatalidade.

Sobre o fato de o delegado André Albuquerque ter ido para a missão sem colete à prova de balas, Benassuly afirmou que mesmo que ele tivesse com esse apetrecho, de nada adiantaria, tendo em vista que o projétil atingiu o queixo da vítima e ficou alojado no tórax.

Ele comentou ainda a respeito da missão de prender três suspeitos que estavam numa casa na invasão Riacho Doce. Nesta casa estariam Ronaldo Rodrigues Lopes e Joel Bispo de Souza, que fugiu pela porta da frente do Centro de Recuperação de Marabá (CRM), no dia 1º de agosto deste ano. O grupo estaria se articulando para cometer assaltos no município.

Joel Bispo teria sido o autor do disparo fatal que atingiu o delegado. Na casa haveria outras pessoas, que seriam o “Vailton”, ou “Vailson” e o “Roni”, o “Baby Doll”. Todos fugiram pelos fundos da casa e se aproveitaram da escuridão e de uma acentuada inclinação do terreno.

O inquérito está sendo presidido pela delegada Daniele Bentes da Silva e os primeiros trabalhos de campo estão sendo feitos por uma equipe da Delegacia de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO), sob o comando do delegado Luiz Guilherme Navarro Xavier.

Uma equipe de investigadores chefiada pelo delegado Rilmar Firmino de Souza, que já coordenou o Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP), atualmente dirigido pelo delegado Alberto César Beltrão Pamplona Júnior desembarcou em Parauapebas.

Na verdade, participam dessa caçada humana diversos policiais civis, sendo que praticamente toda a cúpula do NIP está envolvida nas buscas aos acusados de ter participado, direta ou indiretamente, da morte do delegado André Albuquerque. (Diário do Pará)

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