Salva de tiros e toque de silêncio. A homenagem prestada pela Marinha do Brasil marcou o sepultamento do recruta Luan Carlos Rego Rodrigues, 20 anos, realizado na manhã de ontem, no cemitério Max Domini II, em Marituba. Diante de familiares, amigos, outros recrutas e oficiais da corporação, o procedimento simbolizou o fim de uma breve carreira, iniciada este ano e que durou apenas sete meses.
O vice-almirante Rodrigo Otávio de Hônkis, comandante do 4º Distrito Naval da Marinha do Brasil, compareceu à cerimônia e reiterou que as investigações já estão em andamento. A priori, a autoridade avalia que as apurações preliminares indicam que o sargento Duarte efetuou os disparos contra o recruta e, em seguida, suicidou-se. “Não há possibilidade de ter sido diferente”, comentou o comandante. Leia mais no Diário do Pará.
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