Ontem completou 30 dias que a médica Viviani Marins foi morta em um assalto na rodovia Belém/Brasília (BR-010), em Santa Maria, na região nordeste do Pará. O delegado Leandro Souza pediu mais trinta dias para apurar o inquérito que investiga as causas da morte da médica Viviani Marins, executada durante assalto às margens da BR-010, entre os municípios de Santa Maria do Pará e São Miguel do Guamá.
O delegado disse para a reportagem que os laudos do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” não foram entregues, o que fez o mesmo pedir prorrogação para mais 30 dias. Ou seja, ele deve concluir o inquérito até o dia 20 de novembro.
Foram pedidos exames de corpo delito da médica; do carro em que estava o casal, Viviani Marins e seu esposo, o técnico de enfermagem; além de exames de pólvora combusta e corpo de delito em Francisco Charles.Assim que o CPC entregar os laudos para aquela unidade policial, o delegado entregará o inquérito para a justiça da Comarca de Santa Maria do Pará. Além do mais, Francisco Charles fez o retrato falado da suposta assassina no serviço de papiloscopia da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) em Belém, conforme já divulgado aqui do DIÁRIO.
A mulher foi descrita da seguinte maneira: cor parda, idade entre 25 e 30 anos, olhos puxados e grandes, nariz médio e afilado, magra, medindo de 1,60m a 1,65m. O marido da vítima está em Belém sob cuidados médicos, já que também ficou ferido durante o crime.
O CASO
No último dia 20 de setembro, a médica Viviani Marins, o marido Francisco Charles e o filho do casal, de três anos, seguiam de Belém para Paragominas quando foram surpreendidos por assaltantes na BR-010 (Belém-Brasília). Um casal fingia pedir socorro na beira da estrada.
A mulher estava com um boneco, que aparentava ser um bebê. Quando pararam o carro para ajudar, era um assalto. A médica teria feito um movimento brusco e a assaltante atirou na cabeça da mulher, o marido dela também acabou baleado no tórax.
Ainda segundo o depoimento de Francisco Charles, depois de atirar nas duas vítimas, o comparsa da assassina ordenou que os dois fugissem. Após recobrar os sentidos, Charles pediu ajuda a um casal de idosos que moram às proximidades do local do atentado. (Diário do Pará)
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